395px

Um amor

Los Betos

Aquel Amor

Llegó el muchacho aquel de nuevo al pueblo
Verdad que la novia fue lo primero
La citó y siguió bebiendo pa esperar la hora
Y aquella muchachita pueblerina
Que de ser novia de él vivía engreída
Ansiosa decidida y con orgullo
Hizo todo lo que pudo pero no se vieron

Y fué verdad no pudo salir yo se lo exigí
Le mandé razón, que era obligación
Intransigente porque había tomado
Y le mandé a decir en un papel
Puedes escoger porque yo me voy
No nos vemos hoy, y pudes dar todo por terminado

Volví al poco tiempo entonces cumplí mis palabras
Yo no le escribí ni le hablaba, y de ella no hacía ni mención
Y ella sin embargo, que quizás era la agraviada
Me mandaba razón y nada, y el romance al fin se acabó

La misma paisanita puritana
Al cabo de unos años ya educacda
La encontré mientras paseaba muy lejos del pueblo
Con aire de ciudad y tan cambiada
Dudé de su moral la vi tan rara
Apenas creo que si se le notaba
Que a mi encuentro recordaba sus amores viejos

Y claro fue mi novia otra vez, porque la busqué
Y ella ansiosa igual, sin pensar jamás
Que habían barreras que nos ponían lejos
Me da cariño, amor, frenesí
Quien pudiera más, sin embargo a mi
No me sabe igual, tiene malicia ya no sabe a pueblo

Porque no es aquella del ambiente, ahora esta chapeada
Si era linda y no se pintaba, si era sobria y original
Borracho destino, una vez no aprecié de aquella
Es distinta pero ella es buena, no me obligues a claudicar
Porque claudicar

Um amor

Aquele menino voltou para a cidade
É verdade que a namorada veio primeiro
Ele a citou e continuou bebendo para esperar a hora
E aquela garota da cidade pequena
Que sendo sua namorada viveu vaidoso
ansioso determinado e orgulhoso
Ele fez tudo o que pôde, mas eles não se viram

E era verdade, ele não podia sair, eu exigi
Mandei-lhe razão, que era uma obrigação
Intransigente porque havia tomado
E eu mandei ele dizer em um pedaço de papel
Você pode escolher porque eu vou embora
Não nos vemos hoje, e você pode acabar com tudo

Voltei logo, então mantive minhas palavras
Eu não escrevi para ela ou falei com ela, e ela não mencionou sua
E ela, porém, que talvez tenha sido a injustiçada
Ele me mandou razão e nada, e o romance finalmente acabou

A mesma paisanita puritana
Depois de alguns anos já educado
Eu a encontrei enquanto caminhava para longe da cidade
Com ar de cidade e tão mudado
eu duvidei da moral dela eu a vi tão estranha
Eu dificilmente acho que se ele fosse perceptível
Que ao me conhecer lembrou de seus antigos amores

E claro que era minha namorada de novo, porque eu procurei por ela
E ela está ansiosa do mesmo jeito, sem nunca pensar
Que havia barreiras que nos afastavam
Me dá carinho, amor, frenesi
Quem poderia mais, porém para mim
Para mim não tem o mesmo gosto, tem malícia, já não tem o gosto do povo

Porque não é do meio ambiente, agora é banhado
Se fosse bonita e não se pintasse sozinha, se fosse sóbria e original
Destino bêbado, uma vez que não apreciei isso
É diferente mas ela é boa, não me faça desistir
Por que desistir?

Composição: Rafael Manjarres