Apesta
Detesta, apesta
Su alma revuelca
Detesta, apesta
Su alma revuelca
Se lo lleva
La corriente
Su mirada
No es valiente
Careciendo
De tendencia
Cambia el rumbo
Su experiencia
No le des más comida
A la hipocresía
No le des más comida
A la vanidad
No le des más comida
A la hipocresía
No le des más comida
A la vanidad
Fue cayéndose en el agujero
Y su frente se cubrió de hielo
Dentadura se vuelve amarilla
El estómago lleno de pastillas
Detesta, apesta
Su alma revuelca
Detesta, apesta
Su alma revuelca
Se lo lleva
La corriente
Su mirada
No es valiente
Careciendo
De tendencia
Cambia el rumbo
Su experiencia
No le des más comida
A la hipocresía
No le des más comida
A la vanidad
No le des más comida
A la hipocresía
No le des más comida
A la vanidad
Fue cayéndose en el agujero
Y su frente se cubrió de hielo
Dentadura se vuelve amarilla
El estómago lleno de pastillas
Fede
Detesta, fede
Sua alma se revolta
Detesta, fede
Sua alma se revolta
Leva-o
A correnteza
Seu olhar
Não é corajoso
Carecendo
De tendência
Muda o rumo
Sua experiência
Não dê mais comida
À hipocrisia
Não dê mais comida
À vaidade
Não dê mais comida
À hipocrisia
Não dê mais comida
À vaidade
Foi caindo no buraco
E sua testa se cobriu de gelo
Dentadura fica amarela
O estômago cheio de comprimidos
Detesta, fede
Sua alma se revolta
Detesta, fede
Sua alma se revolta
Leva-o
A correnteza
Seu olhar
Não é corajoso
Carecendo
De tendência
Muda o rumo
Sua experiência
Não dê mais comida
À hipocrisia
Não dê mais comida
À vaidade
Não dê mais comida
À hipocrisia
Não dê mais comida
À vaidade
Foi caindo no buraco
E sua testa se cobriu de gelo
Dentadura fica amarela
O estômago cheio de comprimidos
Composição: Música: Rafael Diaz. / Letra: Carlos Luis Paredes Inagas