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Chuva Macho Chaparrão

Los Caballeros de la Quema

Macho Chaparron

Lluvia macho chaparrón, están baldeando el mundo,
y yo en esta alfombra perdiendo mi ultimo tren.
boxeando dudas, dudando nucas, nubes masticando el sol.
la tarde en punto muerto, y yo en este lió de querer sin querer,
de besos flacos y besos rancios,
y de trucos que ya no salen ni al revés,
el palo de un adiós y las cuentas de cuatro mas dos,
que ni por puta nos dan seis.
Me mandaron al arco y no puedo volver.
Me mandaron al arco y no puedo volver.
Atrás no,no,no sabo volver no.No.
Lluvia macho chaparrón, gotean los recuerdos
y yo en esta fiebre de espinas que no sangre,
atando cabos, cayendo bajo.
Y mañana tal vez vuelva a darle cuerda al corazón.
Pero mientras tanto, solo tengo ,
esta tormenta que me tacleo, y no me suelta, y no me suelta.

Y los trucos que ya no salen ni al revés, el parto de un adiós.
Y las cuentas de cuatro mas dos que ni por puta nos dan seis.
Me mandaron al arco y no puedo volver.
Me mandaron al arco y no puedo volver.
Atrás no,no,no sabo volver no.No.
Me mandaron al arco y no puedo volver.
Me mandaron al arco y no puedo volver.
Atrás no,no,no sabo volver no.No.

No sabo volver.No sabo volver atrás.
No sabo volver.No sabo volver atrás.
No me enfermes mas.

Chuva Macho Chaparrão

Chuva macho chaparrão, tão lavando o mundo,
e eu nessa cama perdendo meu último trem.
Boxeando dúvidas, duvidando das costas, nuvens mastigando o sol.
A tarde em ponto morto, e eu nesse rolo de querer sem querer,
de beijos fracos e beijos azedos,
e de truques que não funcionam nem de trás pra frente,
o golpe de um adeus e as contas de quatro mais dois,
que nem porra nos dão seis.
Me mandaram pro arco e não consigo voltar.
Me mandaram pro arco e não consigo voltar.
Atrás não, não, não sei voltar não. Não.
Chuva macho chaparrão, gotejam as lembranças
e eu nessa febre de espinhos que não sangra,
Amarrando as pontas, caindo pra baixo.
E amanhã talvez eu volte a dar corda pro coração.
Mas enquanto isso, só tenho,
essa tempestade que me derrubou, e não me solta, e não me solta.

E os truques que não funcionam nem de trás pra frente, o parto de um adeus.
E as contas de quatro mais dois que nem porra nos dão seis.
Me mandaram pro arco e não consigo voltar.
Me mandaram pro arco e não consigo voltar.
Atrás não, não, não sei voltar não. Não.
Me mandaram pro arco e não consigo voltar.
Me mandaram pro arco e não consigo voltar.
Atrás não, não, não sei voltar não. Não.

Não sei voltar. Não sei voltar atrás.
Não sei voltar. Não sei voltar atrás.
Não me deixa doente mais.

Composição: