Me Sobas La Espalda (viuda Negra)
Yo te conozco bien vos sos amiga
Fiel de lo que más me duele me sobás
La espalda con el peor veneno, trepando en la oscuridad
Colgaste mis recuerdos en la pared
Mas fría y ahora venís a robar... me
Llenás de mugre, me comés la boca no quiero ni olerte...
Maldita raza tu crueldad, araña astuta,
Colmillo a estrenar te acercás golosa,
Con la peil dispuesta fina cacería caníbal de noche
Condenado a mirarte morder la carne que
Empieza a faltarme, cuando la noche empieza
A bordar su cara de pocos amigos colgaste
Mis recuerdos en la pared más vieja y ahora...
¿de qué te reís? me llenás de mugre, me comés
La boca, no quiero ni olerte no me
Toqués... quedate en donde te escondés morite donde
Te escondés no me toqués... matate donde
Te escondés de noche, de noche...
Maldita raza tu crueldad, araña astuta, colmillo
A estrenar te acercás golosa con la piel
Dispuesta fina cacería la tuya de noche.
Me Toque a Costela (Viúva Negra)
Eu te conheço bem, você é amiga
Fiel do que mais me dói, você me toca
As costas com o pior veneno, subindo na escuridão
Você pendurou minhas lembranças na parede
Mais fria e agora vem pra roubar... de mim
Te enche de sujeira, me devora a boca, não quero nem te cheirar...
Maldita raça, sua crueldade, aranha astuta,
Com o dente afiado você se aproxima, gulosa,
Com a pele pronta, fina caçada canibal à noite
Condenado a te ver morder a carne que
Começa a me faltar, quando a noite começa
A bordar sua cara de poucos amigos, você pendurou
Minhas lembranças na parede mais velha e agora...
Do que você ri? Me enche de sujeira, me devora
A boca, não quero nem te cheirar, não me
Toque... fique onde você se esconde, morra onde
Você se esconde, não me toque... se mate onde
Você se esconde à noite, à noite...
Maldita raça, sua crueldade, aranha astuta, dente
Afiado você se aproxima, gulosa, com a pele
Pronta, fina caçada a sua à noite.