Hablar de Flores (part. Coti)
Soy un idiota
Soy el que nunca se animó, soy el que siempre
Se calló la boca
El aburrido
Que no bailaba bien y que en todas la fiestas
Se quedaba dormido
Soy casi nadie
Soy un cerebro conectado a un corazón
Una partícula en el aire
Soy un silencio
Un remolino trasparente de momentos
Invisibles, como el tiempo
Pero yo adentro
Tenía un universo lleno de colores
Era un catálogo de buenas intenciones
Y no lograba que se fijaran en mí
Y no importaba
Porque, al final de cuentas, nada es importante
Todos adentro contenemos un diamante
Algunos más opacos, algunos más brillantes
Po-ro-bo-ro-bo, po-ro-po
(Oh, yeah)
Soy un fantasma
Soy el intento que no cuentas
Soy el viento de tormentas que se calman
Soy un olvido
Pero no tengo cicatrices ni rencores
A mí nunca me han herido
Pero yo adentro
Tenía un universo lleno de colores
Era un catálogo de buenas intenciones
Y no lograba que se fijaran en mí
Y no importaba
Porque, al final de cuentas, nada es importante
Todos adentro contenemos un diamante
Algunos más opacos, algunos más brillantes
Por eso ahora
Es que ya no quiero quedarme con las ganas
De decirte que no sé lo que me pasa
Pero qué fuerte lo que me pasa
No te demores
Porque te espera un universo de colores
Te invito a casa a fumar unos amores
Y hablar de flores (ah, y hablar)
Hablar de flores (de flores)
Falar de Flores (part. Coti)
Sou um idiota
Sou aquele que nunca se animou, sou o que sempre
Ficou calado
O chato
Que não dançava bem e que em todas as festas
Acabava dormindo
Sou quase ninguém
Sou um cérebro conectado a um coração
Uma partícula no ar
Sou um silêncio
Um redemoinho transparente de momentos
Invisíveis, como o tempo
Mas eu, por dentro
Tinha um universo cheio de cores
Era um catálogo de boas intenções
E não conseguia que reparassem em mim
E não importava
Porque, no final das contas, nada é importante
Todos nós, por dentro, temos um diamante
Alguns mais opacos, outros mais brilhantes
Po-ro-bo-ro-bo, po-ro-po
(Oh, é)
Sou um fantasma
Sou a tentativa que você não conta
Sou o vento de tempestades que se acalmam
Sou um esquecimento
Mas não tenho cicatrizes nem rancores
Nunca me feriram
Mas eu, por dentro
Tinha um universo cheio de cores
Era um catálogo de boas intenções
E não conseguia que reparassem em mim
E não importava
Porque, no final das contas, nada é importante
Todos nós, por dentro, temos um diamante
Alguns mais opacos, outros mais brilhantes
Por isso agora
É que já não quero ficar com as vontades
De te dizer que não sei o que me acontece
Mas é forte o que me acontece
Não demore
Porque te espera um universo de cores
Te convido pra casa pra fumar uns amores
E falar de flores (ah, e falar)
Falar de flores (de flores)
Composição: Valentín Scagliola