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Nada de Nada

Los Enemigos

Ná de na

Sé que hoy no
se que hoy no voy a tenerte
se que hoy no vas a tenerme a mí.

¡hay que ver!
esto lo sé na´mas verte
entre la gente
y, de repente

de repente caigo en la cuenta
de que te divierte

creo que no
quiero volver a verte,
sé que luego pensaré que sí.

que si no
puedo dejar de quererte
como quieres que te cuente
que te cuente

que yo no soy así
no me inventes, no me cuentes
sigo siendo el que hay enfrente
enfrente de ti
hay un tio de lo más corriente.

se muy bien
que habias soñado otra cosa,
yo también soñé con algo asi,

algo así
como un camino de rosas
que salieron apestosas,
y me fui,
me fui.

y vengo a parar aquí,
a que me conviertas en otra cosa,
no hermosa,
¡no herosa!

¡ná ná ná ná
na de ná!

Nada de Nada

Sei que hoje não
sei que hoje não vou te ter
sei que hoje você não vai me ter.

É, tem que ver!
Isso eu sei só de te ver
entre a galera
e, de repente

de repente percebo
que você se diverte.

Acho que não
quero te ver de novo,
sabendo que depois vou pensar que sim.

Que se não
consigo parar de te amar
como você quer que eu conte
que eu conte

que eu não sou assim
não me inventa, não me conta
continuo sendo o que tá na sua frente
na sua frente
é um cara bem comum.

Sei muito bem
que você sonhou outra coisa,
eu também sonhei com algo assim,

algo assim
como um caminho de rosas
que saíram fedendo,
e eu fui,
eu fui.

E venho parar aqui,
pra você me transformar em outra coisa,
não linda,
não linda!

Nada, nada, nada,
nada de nada!

Composição: J. Santiago