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Margarida da Estrada

Los Errantes de Chuquibamba

Amapola del Camino

Amapola del camino
¿Por qué te marchitas tanto?
Amapola del camino
¿Por qué te marchitas tanto?
No llores negra querida que el destino es andar así
No llores negra del alma, soy hombre y he de volver

Soy hombre de gran trabajo
A mi no me asustan penas
Soy hombre de gran trabajo
A mi no me asustan penas

Estoy tan hecho a las penas
Las penas hechas a mí
Estoy tan hecho a las penas
Las penas hechas a mí

Aquellas nubes del cielo
Quieren llover y no pueden
Aquellas nubes del cielo
Quieren llover y no pueden

Así está mi corazón
Quiero olvidarte y no puede
Así está mi corazón
Quiero olvidarte y no puede

Sí supuesto te ha pesado
El haberme conocido
Sí supuesto te ha pesado
El haberme conocido

Bórrame de tú memoria
Haz cuenta que nada he sido
Bórrame de tú memoria
Haz cuenta que nada he sido

Margarida da Estrada

Margarida da estrada
Por que você murcha tanto?
Margarida da estrada
Por que você murcha tanto?
Não chore, minha negra querida, o destino é assim mesmo
Não chore, negra da alma, sou homem e vou voltar

Sou homem de muito trabalho
Não me assustam as tristezas
Sou homem de muito trabalho
Não me assustam as tristezas

Estou tão acostumado às dores
As dores estão acostumadas a mim
Estou tão acostumado às dores
As dores estão acostumadas a mim

Aquelas nuvens no céu
Querem chover e não conseguem
Aquelas nuvens no céu
Querem chover e não conseguem

Assim está meu coração
Quero te esquecer e não consigo
Assim está meu coração
Quero te esquecer e não consigo

Com certeza te pesou
Ter me conhecido
Com certeza te pesou
Ter me conhecido

Apague-me da sua memória
Faça de conta que eu nunca fui nada
Apague-me da sua memória
Faça de conta que eu nunca fui nada

Composição: Gilberto Cueva Fernández