Noches Del Paraguay
Viejos recuerdos traen mi memoria y llega el hado
Que es todo un ay
Mi pecho enfermo dulce en ti piensa noches hermosas del Paraguay
Huérfano incierto sigo la ruta triste tragedia de mi pesar
Más nada pasa mi alma se enluta sueño en las noches del Paraguay
Recuerdo todo de aquellos días
De los amores que allá dejen
Mis ilusiones la prometida
La amada buena... De mi niñez
Pienso en mi rancho mi madre amada la china acaso que me olvido
Viendo constante bellos reflejos de aquella Luna que no veo yo
Mi Luna hermosa no me refleja
La niebla fría cubre mi andar
No son tus cantos menos tus luces radiantes Luna del Paraguay
De ti distante me hice bohemio
Canto mis versos todo al azar
Sufro llorando en altas horas
Que no son noches del Paraguay
Noches del Paraguay
Noches del Paraguay
Noites do Paraguai
Memórias antigas trazem minha memória e o destino chega
O que é tudo uma aflição
Meu doce peito doente em você pensa lindas noites do Paraguai
Órfão Incerto Eu sigo a triste tragédia da minha tristeza
Mas nada acontece, minha alma é um sono triste nas noites do Paraguai
Eu lembro de todos aqueles dias
Dos amores que saem dali
Minhas ilusões a noiva
O bem amado ... Da minha infância
Penso no meu rancho, minha amada mãe, China, talvez eu esqueça
Vendo constantes belos reflexos daquela lua que não vejo
Minha linda lua não me reflete
A névoa fria cobre minha caminhada
Eles não são suas músicas, exceto suas luzes radiantes Luna del Paraguay
De você distante eu me tornei boêmio
Eu canto meus versos aleatoriamente
Eu sofro chorando tarde
Que não são noites do Paraguai
Noites do Paraguai
Noites do Paraguai
Composição: Carlos Samuel Aguayo