Aguila
Negros, locos,
son los ojos
de un águila
que una vez me enseño
un hombre del mar,
sin voz
vuela, en círculos
haciendo soles
blancos para mi.
Yo la vi,
la quise cazar
y ella nunca
se volvió a mostrar
ella sabe
cómo escapar
ser valiente en su soledad
vuela lejos
y no vuelvas nunca
que tus ojos negros
no voy a olvidar
vuela, en círculos
haciendo soles blancos
para mi.
Yo la vi, la quise cazar
y ella nunca
se volvió a mostrar
ella sabe como escapar
ser valiente en su soledad
vuela lejos
y no vuelvas nunca
que tus ojos negros
no voy a olvidar
vuela lejos
y no vuelvas nunca
que tus ojos negros no
voy a olvidar.
Águia
Negros, doidos,
são os olhos
de uma águia
que uma vez me mostrou
um homem do mar,
sem voz
voa, em círculos
fazendo sóis
brancos pra mim.
Eu a vi,
quis caçá-la
e ela nunca
mais se mostrou
ela sabe
como escapar
ser corajosa na sua solidão
voa longe
e não volte nunca
que seus olhos negros
não vou esquecer
voa, em círculos
fazendo sóis brancos
pra mim.
Eu a vi, quis caçá-la
e ela nunca
mais se mostrou
ela sabe como escapar
ser corajosa na sua solidão
voa longe
e não volte nunca
que seus olhos negros
não vou esquecer
voa longe
e não volte nunca
que seus olhos negros não
vou esquecer.
Composição: Flavio Oscar Cianciarulo, Gabriel Fernandez Capello