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A Vagabunda

Los Hermanos Toledo

La Callejera

Andan rondando mis penas por las calles del olvido
Buscando consuelo donde anidar esta soledad y mitigar este mal
Buscando consuelo donde anidar esta soledad y mitigar este mal

Rueda por tantos caminos esta pena callejera
Dejando jirones en su gemir tras una quimera que quiere vivir
Dejando jirones en su gemir tras una quimera que quiere vivir

Callejera tal vez un día dejarás de andar por los caminos
Cantando una zamba mi voz está y esta pena vieja se disipará
Cantando una zamba mi voz está y esta pena vieja morirá

Tristeza de los caminos soledad de larga huella
Sos la compañera de este deambular cuando por las noches la vuelvo a soñar
Sos la compañera de este deambular cuando por las noches la vuelvo a soñar

Porque sentir ya no quiero el pesar de sus recuerdos
Repito en las noches este cantar y así callejera te podré olvidar
Repito en las noches este cantar y así callejera te podré olvidar

Callejera tal vez un día dejarás de andar por los caminos
Cantando una zamba mi voz está y esta pena vieja se disipará
Cantando una zamba mi voz está y esta pena vieja morirá

A Vagabunda

Andam rondando minhas dores pelas ruas do esquecimento
Buscando consolo onde aninhar essa solidão e amenizar esse mal
Buscando consolo onde aninhar essa solidão e amenizar esse mal

Roda por tantos caminhos essa dor vagabunda
Deixando retalhos em seu gemido atrás de uma quimera que quer viver
Deixando retalhos em seu gemido atrás de uma quimera que quer viver

Vagabunda, talvez um dia você vai parar de andar pelos caminhos
Cantando uma zamba, minha voz está e essa dor antiga vai se dissipar
Cantando uma zamba, minha voz está e essa dor antiga vai morrer

Tristeza dos caminhos, solidão de longa jornada
Você é a companheira desse vagar quando à noite eu volto a sonhar
Você é a companheira desse vagar quando à noite eu volto a sonhar

Porque sentir já não quero o peso de suas lembranças
Repito nas noites esse cantar e assim, vagabunda, eu poderei te esquecer
Repito nas noites esse cantar e assim, vagabunda, eu poderei te esquecer

Vagabunda, talvez um dia você vai parar de andar pelos caminhos
Cantando uma zamba, minha voz está e essa dor antiga vai se dissipar
Cantando uma zamba, minha voz está e essa dor antiga vai morrer

Composição: Hermanos Ríos, Pedro de Ciervi