Zamba de Mi Pago
Un violín gemidor Junto a un bombo legüero
Y Un viejo arpero nostalgias me traen de 'ande soy
Y Un viejo arpero nostalgias me traen de 'ande soy
Viendo estoy zarandear a mis guapas paisanas
Y En sus miradas mensajes secretos de alcanzar
Y En sus miradas mensajes secretos de alcanzar
Andaré y Andaré donde quiera que sea iré
Pero A Mi pago Tan solo muriendo olvidaré
Pero A Santiago Tan solo muriendo olvidaré
Piquillín y chañar monte de algarrobales
Verdes Tunales y un canto en la noche he de extrañar
Verdes Tunales y un canto en la noche he de extrañar
En mi andar de cantor Serenatas al alba
Dentro de mi alma reviven del pago de 'ande soy
Dentro de mi alma reviven del pago de 'ande soy
Andaré y Andaré donde quiera que sea iré
Pero A Mi pago Tan solo muriendo olvidaré
Pero A Santiago Tan solo muriendo olvidaré
Zamba do Meu Pago
Um violino chorando Junto a um bombo legüero
E Um velho arpero me traz lembranças de onde sou
E Um velho arpero me traz lembranças de onde sou
Vejo minhas lindas conterrâneas dançando
E Em seus olhares mensagens secretas pra alcançar
E Em seus olhares mensagens secretas pra alcançar
Vou andar e Vou andar onde quer que eu vá
Mas Meu pago Só morrendo vou esquecer
Mas Santiago Só morrendo vou esquecer
Piquillín e chañar, monte de algarrobais
Verdes Tunales e um canto à noite vou sentir falta
Verdes Tunales e um canto à noite vou sentir falta
No meu andar de cantor Serenatas ao amanhecer
Dentro da minha alma revivem as lembranças de onde sou
Dentro da minha alma revivem as lembranças de onde sou
Vou andar e Vou andar onde quer que eu vá
Mas Meu pago Só morrendo vou esquecer
Mas Santiago Só morrendo vou esquecer
Composição: Hermanos Abalos