Mantelito Blanco
Mantelito Blanco, de la humilde mesa,
en que compartimos el pan familiar.
Mantelito Blanco, hecho por mi madre,
en horas de invierno de nunca acabar.
Tienen tus dibujos, figuras pequeñas,
avecitas locas que quieren volar,
las bordó mi madre, en aquellas noches,
que junto a mi cuna me enseñó a rezar.
Música. (Guitarra)
Hay dos letras grandes, en el mantelito,
letras veneradas que he de recordar,
son las iniciales, de mis dos viejitos,
ausentes por siempre, por siempre jamás.
Tienen tus dibujos, figuras pequeñas,
avecitas locas que quieren volar,
las bordó mi madre, en aquellas noches,
que junto a mi cuna me enseñó a rezar.
Toalhinha Branca
Toalhinha Branca, da mesa simples,
onde compartilhamos o pão da família.
Toalhinha Branca, feita pela minha mãe,
nas horas de inverno que nunca acaba.
Tem seus desenhos, figuras pequenas,
passarinhos doidos que querem voar,
minha mãe bordou, naquelas noites,
que ao lado do meu berço me ensinou a rezar.
Música. (Guitarra)
Há duas letras grandes, na toalhinha,
letras queridas que vou lembrar,
são as iniciais, dos meus dois velhinhos,
ausentes pra sempre, pra sempre jamais.
Tem seus desenhos, figuras pequenas,
passarinhos doidos que querem voar,
minha mãe bordou, naquelas noites,
que ao lado do meu berço me ensinou a rezar.
Composição: Nicanor Molinare