395px
A Golpe de Hacha
No van
A creer
Mis amigos
Yo fui
Más pobre
Que ustedes
También
Yo fui
Campesino
Respetuoso
Con las leyes
Pero el tiempo
En que vivimos
Jugar
Limpio
No se
Puede
Yo me echaba
A conseguir
Con los ricos
De mi pueblo
Sembraba
Mi ajonjolí
En un barbecho
Del cerro
Pagándomelo
A dos
Mil
Nunca saqué
Ni el dinero
Ahora
Mis siembras
Son otras
De lo de antes
Ni me acuerdo
Me puse
A pensar
Las cosas
Quería estrenar
Carro nuevo
Y le sembré
Pura mota
A las barrancas
Del cerro
Ahora
Ando
Muy elegante
Ya me dicen
Don fulano
Tengo dos
O tres
Amantes
Y algunas
Trocas
Del año
Dinero
Para gastar
Ahora
Yo vivo
Tomando
Y si
Se me arma
El relajo
Entonces billetes
Cuando él
Se embolsó
Dos
Tres fajos
De esos
Que traen
El venado
La policía
Y los guachos
Hasta me arañan
Las manos
Que me canten
Los humildes
Mis corridos
Y canciones
Al cabo
Pa'l cementerio
No he
De llevar
Los millones
Trae cerveza
Cantinero
Que al cabo
El cerro
Responde
A Golpe de Machado
Não vão
Acreditar
Meus amigos
Eu fui
Mais pobre
Que vocês
Também
Eu fui
Camponês
Respeitoso
Com as leis
Mas o tempo
Em que vivemos
Jogar
Limpo
Não se
Pode
Eu me esforçava
Pra conseguir
Com os ricos
Da minha cidade
Plantava
Meu gergelim
Em um terreno
Do morro
Pagando
Dois
Mil
Nunca tirei
Nem o dinheiro
Agora
Minhas plantações
São outras
Do que antes
Nem me lembro
Comecei
A pensar
As coisas
Queria estrear
Carro novo
E plantei
Só maconha
Nas encostas
Do morro
Agora
Ando
Muito elegante
Já me chamam
Seu fulano
Tenho duas
Ou três
Amantes
E algumas
Caminhonetes
Do ano
Dinheiro
Pra gastar
Agora
Eu vivo
Bebendo
E se
A confusão
Acontece
Então grana
Quando ele
Enfiou
Dois
Três pacotes
Daqueles
Que trazem
O veado
A polícia
E os vagabundos
Até me arranham
As mãos
Que cantem
Os humildes
Meus corridos
E canções
No fim
Pro cemitério
Não vou
Levar
Os milhões
Traz cerveja
Bartender
Que no fim
O morro
Responde
Composição: