Fabula
El Sol sobre mi cama, hoy me vuelve a despertar
Y yo quiero dormir, dormir, dormir para olvidar
Que vivo en un desierto de cemento y soledad
Y tú
Entre brindis, noches
Y amantes
De ese mundo loco
Y errante
No vas a volver
Y yo sufriré
Resignado al ver
Que lo nuestro fue
Fábula
De un pobre tonto que siempre te amo
Y que sus puertas nunca más cerró
Con la esperanza de volverte a ver
Fábula
De una muchacha que siempre creyó
En cuentos de hadas y que confundió
Las madrugadas con amanecer
Fábula
La-la-la-la-la-la-la-la-la-la
La-la-la-la-la-la-la-la-la-la
La-la-la-la-la-la-la-la-la-la
Mi vida ya no es vida yo no sé que voy a hacer
Rogando a Dios le pido, me devuelva tu querer
Me estoy volviendo loco de sufrir y de llorar
Y tú
Entre brindis, noches y amantes
De ese mundo loco
Y errante
No vas a volver
Y yo sufriré
Resignado al ver
Que lo nuestro fue
Fábula
De un pobre tonto que siempre te amo
Y que sus puertas nunca más cerró
Con la esperanza de volverte a ver
Fábula
De una muchacha que siempre creyó
En cuentos de hadas y que confundió
Las madrugadas con amanecer
Fábula
La-la-la-la-la-la-la-la-la-la
La-la-la-la-la-la-la-la-la-la
La-la-la-la-la-la-la-la-la-la
Fábula
O Sol sobre minha cama, hoje me faz despertar de novo
E eu quero dormir, dormir, dormir pra esquecer
Que vivo num deserto de cimento e solidão
E você
Entre brindes, noites
E amantes
Desse mundo louco
E errante
Não vai voltar
E eu vou sofrer
Resignado ao ver
Que o que tivemos foi
Fábula
De um pobre idiota que sempre te amou
E que suas portas nunca mais fechou
Com a esperança de te ver de novo
Fábula
De uma garota que sempre acreditou
Em contos de fadas e que confundiu
As madrugadas com o amanhecer
Fábula
Lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá
Lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá
Lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá
Minha vida já não é vida, não sei o que vou fazer
Rogando a Deus, peço, me devolva seu amor
Estou ficando louco de sofrer e de chorar
E você
Entre brindes, noites e amantes
Desse mundo louco
E errante
Não vai voltar
E eu vou sofrer
Resignado ao ver
Que o que tivemos foi
Fábula
De um pobre idiota que sempre te amou
E que suas portas nunca mais fechou
Com a esperança de te ver de novo
Fábula
De uma garota que sempre acreditou
Em contos de fadas e que confundiu
As madrugadas com o amanhecer
Fábula
Lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá
Lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá
Lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá