Tan Solo
Quizá no sea el vino
Quizá no sea el postre
Quizá no sea, no sea nada
Pero hay tanta belleza
Tirada en la mesa
Desnuda, toda rebalsada
Apurás el vaso
Vas perdiendo el paso
Y en la mesa ya no hay nada
Borracha está la puerta
Cerraste y quedó abierta
Y puedo escuchar tu llamada
¡Oh! Tan solo
¡Oh! Tan solo
Servida ya tu boca
Tan dulce está tu boca
Tan dulce como un blues amargo
Un vaso rueda al piso
Lento cae al piso
Lento y muere en mil pedazos
No quiero dejar que se vean
Tus ojos se vean
Tan, tan, tan, tan tristes
Habrá sido el destino
Ese vaso de vino
Que dijiste
¡Oh! Tan solo
¡Oh! Tan solo
Salta la cuerda
Se enreda
Y cae de boca
Salta la cuerda
Se enreda
Y cae de boca
Salta la cuerda
Se enreda
Y cae de boca
Salta la cuerda
Se enreda
Y cae de boca
¡Oh! Tan solo
¡Oh! Tan solo
¡Oh! Tan solo
¡Oh! Tan solo
Tão Sozinho
Talvez não seja o vinho
Talvez não seja a sobremesa
Talvez não seja, talvez não seja nada
Mas há tanta beleza
Jogada na mesa
Nua, toda amarrada
Você esvazia o copo
Está perdendo o ritmo
E já não há nada na mesa
A porta está bêbada
Você a fechou e ela ficou aberta
E consigo escutar sua ligação
Oh! Tão sozinho
Oh! Tão sozinho
Sua boca já está servida
Sua boca está tão doce
Tão doce como um blues amargo
Um copo rola pelo chão
Cai devagar
Devagar e morre em mil pedaços
Não quero deixar que fiquem
Que seus olhos fiquem
Tão, tão, tão, tão tristes
Será que foi o destino
Esse copo de vinho
Que você disse
Oh! Tão sozinho
Oh! Tão sozinho
Pula a corda
Se enrosca
E cai de boca
Pula a corda
Se enrosca
E cai de boca
Pula a corda
Se enrosca
E cai de boca
Pula a corda
Se enrosca
E cai de boca
Oh! Tão sozinho
Oh! Tão sozinho
Oh! Tão sozinho
Oh! Tão sozinho
Composição: Andrés Ciro Martinez