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Óleo Humano

Los Prisioneros

Aceite Humano

Yo soy cocinero trabajo donde Pelayo
Pelayo es mi jefe Pelayo es quien paga
Si hay algo que me asusta
Y es algo que no me gusta
Es que debo aliñar con aceite humano

Los trae en toneles de alguna extraña parte
Jamás he probado eso
Pero los que lo han probado no han vuelto jamás...

- Mozo: ¿Puede llamar al cocinero, por favor?.
¿El cocinero?
- Sí, yo soy
- Yo soy de Investigaciones y le llamé porque la
comida tiene un sabor ciertamente extraño. Yo creo
que es el aceite. Yo lo encarcelaré, amigo, y usted
se secará ¿Oyó? Se secará

Soy cocinero trabajo donde Pelayo
Pelayo es mi jefe Pelayo es quien paga

- Así que ya oyó mi amigo ¿me entendió? ¿o se lo
voy a tener que cantar otra vez?
- Oiga, pero...
- Nada
- Ya pues...
- Weeeee

Los trae en toneles de alguna extraña parte
Jamás he probado eso
pero los que lo han probado no han vuelto jamás...

Óleo Humano

Eu sou cozinheiro, trabalho onde o Pelayo
Pelayo é meu chefe, Pelayo é quem paga
Se tem algo que me assusta
E é algo que não gosto
É que eu tenho que temperar com óleo humano

Eles trazem em barris de algum lugar estranho
Nunca provei isso
Mas quem provou nunca mais voltou...

- Garçom: Pode chamar o cozinheiro, por favor?
O cozinheiro?
- Sim, sou eu
- Eu sou da Investigação e liguei porque a
comida tem um gosto bem estranho. Eu acho
que é o óleo. Eu vou te prender, amigo, e você
vai se dar mal, ouviu? Vai se dar mal

Sou cozinheiro, trabalho onde o Pelayo
Pelayo é meu chefe, Pelayo é quem paga

- Então você ouviu, meu amigo, entendeu? Ou vou
ter que cantar de novo?
- Olha, mas...
- Nada
- Ah, tá...
- Weeeee

Eles trazem em barris de algum lugar estranho
Nunca provei isso
Mas quem provou nunca mais voltou...

Composição: Claudio Narea-jorge González