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Europa

Los Prisioneros

Europa

LOK 01 1512 mit Schnellzug bei der Abfahrt vom Bahnhof Doberlug-Kirchhain
Europa, Europa, Europa, vieja Europa, Europa

Ah, Europa, la cultura, las danzas, los morteros
Los carruajes bajo el Sol
Ah, Europa, el arte del saqueo
Egipto, África, América, Asia, Oceanía y el subterráneo

Ah, Europa, Europa, esas marchas militares
Sus insoportables clásicos
La profunda depresión de la mesa del café

Europa, me copa
Europa, me copa

Ah, Europa, Europa, reyes, condes, princesas y duques
Mermelada de mármol y el tejado de oro
La profunda duda y depresión
De la mesa del café otra vez

Europa, me copa
Europa, me copa

Ya no hay más
Está llegando el final del viaje en reversa

Así entenderás que no hay energía
Sin una luz que se consuma
Así aprenderás nada, nada

Oh, oh-oh, oh-oh, oh
Oh, oh-oh, oh-oh, oh
Oh, oh-oh, oh-oh, oh

Deseada Europa, las sustancias adictivas
Aquellas líneas rectas e infinitas
Ah, vieja Europa, la misión de tus gentes
Evangelizar, intoxicar
Y luego descartar, sí

Europa, me copa
Europa, me copa
Europa, me copa
Europa

Ya no hay más
Está llegando el final del viaje en reversa
Así entenderás que no hay energía
Sin una luz que se consuma
Así aprenderás nada, nada

Oh, oh-oh, oh-oh, oh
Oh, oh-oh, oh-oh, oh
Oh, oh-oh, oh-oh, oh

Europa, simple y superficial cultura
De la zanahoria
El garrote
Y el europeo

Europa

LOK 01 1512 com trem rápido na partida da estação Doberlug-Kirchhain
Europa, Europa, Europa, velha Europa, Europa

Ah, Europa, a cultura, as danças, os canhões
Os carruagens sob o Sol
Ah, Europa, a arte do saque
Egito, África, América, Ásia, Oceania e o subterrâneo

Ah, Europa, Europa, essas marchas militares
Seus clássicos insuportáveis
A profunda depressão da mesa do café

Europa, me pega
Europa, me pega

Ah, Europa, Europa, reis, condes, princesas e duques
Marmelada de mármore e o telhado de ouro
A profunda dúvida e depressão
Da mesa do café de novo

Europa, me pega
Europa, me pega

Não há mais
Está chegando o final da viagem de volta

Assim você entenderá que não há energia
Sem uma luz que se consuma
Assim você não aprenderá nada, nada

Oh, oh-oh, oh-oh, oh
Oh, oh-oh, oh-oh, oh
Oh, oh-oh, oh-oh, oh

Desejada Europa, as substâncias viciantes
Aquelas linhas retas e infinitas
Ah, velha Europa, a missão do seu povo
Evangelizar, intoxicar
E depois descartar, sim

Europa, me pega
Europa, me pega
Europa, me pega
Europa

Não há mais
Está chegando o final da viagem de volta
Assim você entenderá que não há energia
Sem uma luz que se consuma
Assim você não aprenderá nada, nada

Oh, oh-oh, oh-oh, oh
Oh, oh-oh, oh-oh, oh
Oh, oh-oh, oh-oh, oh

Europa, cultura simples e superficial
Da cenoura
Do porrete
E do europeu

Composição: Jorge Gonzalez