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História Oculta

Los Prisioneros

Historia Oculta

Son tantas cicatrices que te abrigaron la espalda
Fueron las lágrimas las que calmaron el dolor
Desnudos en la noche fría, noche escarchada
Jugando a ser de blanco a las mentes lavadas

Tanto temblar y tanto respirar
Tanto gritar y tanto patalear
Para terminar ahogando el puño en la garganta

La noche y silencio, testigos de lamentos, heridas nunca cerrarán para ti

Soberbios golpes con placer, mintiendo fielmente al deber
Lavándose las manos y abusando del poder

Piernas abiertas y con manos bien atadas
Cuerpos desnudos y caderas deseadas
Para terminar ahogando el puño en la garganta

La noche y el silenció, testigos de lamento, heridas nunca cerrarán para ti
La noche y el silencio, testigos de lamentos, heridas nunca cerrarán para ti

Ey, Dios, ¿dónde estabas?
Que no hiciste nada
Mil golpes en la cara y todo eso fue en vano
Terrorista desarmado
Matón desautorizado
Manejando el destino del cual ya no puedo ser salvado

La noche y el silencio, testigos de lamentos, heridas nunca cerrarán para ti
La noche y el silencio, testigos de lamentos, heridas nunca cerrarán para ti
La noche y el silencio, testigos de lamentos, heridas nunca cerrarán para ti
La noche y el silencio, testigos de lamentos, heridas nunca cerrarán para ti

História Oculta

São tantas cicatrizes que te cobriram as costas
Foram as lágrimas que acalmaram a dor
Nus na noite fria, noite gelada
Brincando de ser puro com as mentes lavadas

Tanto tremer e tanto respirar
Tanto gritar e tanto espernear
Para acabar sufocando o grito na garganta

A noite e o silêncio, testemunhas dos lamentos, feridas nunca vão fechar para você

Soberbos golpes com prazer, mentindo fielmente ao dever
Lavando as mãos e abusando do poder

Pernas abertas e com as mãos bem amarradas
Corpos nus e quadris desejados
Para acabar sufocando o grito na garganta

A noite e o silêncio, testemunhas dos lamentos, feridas nunca vão fechar para você
A noite e o silêncio, testemunhas dos lamentos, feridas nunca vão fechar para você

Ei, Deus, onde você estava?
Que não fez nada
Mil golpes na cara e tudo isso foi em vão
Terrorista desarmado
Valentão desautorizado
Controlando o destino do qual já não posso ser salvo

A noite e o silêncio, testemunhas dos lamentos, feridas nunca vão fechar para você
A noite e o silêncio, testemunhas dos lamentos, feridas nunca vão fechar para você
A noite e o silêncio, testemunhas dos lamentos, feridas nunca vão fechar para você
A noite e o silêncio, testemunhas dos lamentos, feridas nunca vão fechar para você

Composição: Miguel Tapia