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Blues da Liberdade

Patricio Rey y Sus Redonditos de Ricota

Blues de La Libertad

Mi amor, la libertad es fiebre
Es oración, fastidio y buena suerte
Que está invitando a zozobrar
Otra vulgaridad social igual
Siempre igual, todo igual, todo lo mismo

Mi amor, la libertad no es fantástica
No es tormenta mental que da el prestigio loco
Es mar gruesa y oscuridad
Y el chasquido que quiere proteger
Ese grito que no es todo el grito

Mi amor, la libertad es fanática
Ha visto tanto hermano muerto
Tanto amigo enloquecido
Que ya no puede soportar
La pendejada de que todo es igual
Siempre igual, todo igual, todo lo mismo

Mi amor, la libertad es fiebre
Es oración, fastidio y buena suerte
Que está invitando a zozobrar
Otra vulgaridad social igual
Siempre igual, todo igual, todo lo mismo

Blues da Liberdade

Meu amor, a liberdade é febre
É oração, tédio e boa sorte
Que está convidando a naufragar
Outra vulgaridade social igual
Sempre igual, tudo igual, tudo a mesma coisa

Meu amor, a liberdade não é fantástica
Não é tormenta mental que dá o prestígio louco
É mar grosso e escuridão
E o estalo que quer proteger
Esse grito que não é todo o grito

Meu amor, a liberdade é fanática
Já viu tanto irmão morto
Tanto amigo enlouquecido
Que já não pode suportar
A besteira de que tudo é igual
Sempre igual, tudo igual, tudo a mesma coisa

Meu amor, a liberdade é febre
É oração, tédio e boa sorte
Que está convidando a naufragar
Outra vulgaridade social igual
Sempre igual, tudo igual, tudo a mesma coisa

Composição: Indio Solari, Skay Beilinson