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Caminha, Ingrata

Los Trovadores de Cuyo

Camina Ingrata

Ante mis ojos no queda nada más que tiniebla
Se han hecho nada todos mis sueños color azul
Solo has dejado algo intocable como las sombras
Como los sueños, como la dicha, como la luz

Dentro de mi pecho no queda nada más que martirio
Pues tú has robado todas las flores a mi ilusión
Solo has dejado algo intocable dentro de mi alma
Solo suspiros, solo sollozos, solo dolor

Camina ingrata, pero no ufana porque algún día
La ley de amores para estos casos se ha de dictar
Si a los que hieren un cuerpo enfermo les dan 20 años
A los que hieren los corazones les darán más

Mis sueños todos encastillados se han hecho nada
Ni para muestra no queda nada de mi ilusión
Solo recuerdos promesas vanas que perjuraban
Camina ingrata tú no mereces nunca perdón

Si todo pasa si nada queda si todo muere
Como esta fiebre no me ha quemado ya el corazón
Y estos dolores y estas sombras y estos martirios
No me han borrado ya para siempre aquel amor

Camina ingrata, pero no ufana porque algún día
La ley de amores para estos casos se ha de dictar
Si a los que hieren un cuerpo enfermo les dan 20 años
A los que hieren los corazones les darán más
Si a los que hieren un cuerpo enfermo les dan 20 años
Camina ingrata, arrepentida ya volverás

Caminha, Ingrata

Diante dos meus olhos não há nada além de escuridão
Todos os meus sonhos azuis deram em nada
Você só deixou algo intocável como as sombras
Como sonhos, como felicidade, como luz

Dentro do meu peito não resta nada além do martírio
Bem, você roubou todas as flores da minha ilusão
Você só deixou algo intocável dentro da minha alma
só suspiros, só soluços, só dor

Ande ingrato, mas não se vanglorie porque um dia
A lei do amor para estes casos deve ser ditada
Se aqueles que ferem um corpo doente receberem 20 anos
Para aqueles que machucam os corações eles darão mais

Meus sonhos todos encastilados se tornaram nada
Nem por amostra não sobrou nada da minha ilusão
Apenas lembranças vãs promessas que perjuraram
ande ingrato você nunca merece perdão

Se tudo passar, se nada restar, se tudo morrer
Já que essa febre ainda não queimou meu coração
E essas dores e essas sombras e esses martírios
Esse amor não foi apagado de mim para sempre

Ande ingrato, mas não se vanglorie porque um dia
A lei do amor para estes casos deve ser ditada
Se aqueles que ferem um corpo doente receberem 20 anos
Para aqueles que machucam os corações eles darão mais
Se aqueles que ferem um corpo doente receberem 20 anos
ande ingrato, desculpe, você estará de volta

Composição: Manuel Ortiz Araya