Nunca
Pueden las flores escalar el muro por tu balcón; por tu balcón entrar
Besar tu pelo y tu frente o en tu cuerpo expirar o en tu cuerpo expirar
Puede la luz del alba suavemente a tu estancia; a tu estancia llegar
Y besando tus ojos despertarte y en tus ojos quedar; y en tus ojos quedar
Pueden las aves con sus mismas plumas ¡ay! Sus nidos; sus nidos fabricar
Y ahí tranquilas realizar sus sueños sin dejar de cantar; sin dejar de cantar
Yo no puedo ni formarte un nido ni junto a ti; ni junto a ti llegar
Ni brindarte consuelos ni alegría ni te puedo olvidar; ni te puedo olvidar
Nunca
Podem as flores escalar o muro até a sua sacada; até a sua sacada entrar
Beijar seu cabelo e sua testa ou em seu corpo expirar ou em seu corpo expirar
Pode a luz da alvorada suavemente até o seu quarto; até o seu quarto chegar
E beijando seus olhos te acordar e em seus olhos ficar; e em seus olhos ficar
Podem os pássaros com suas próprias penas ai! Seus ninhos; seus ninhos construir
E ali tranquilos realizar seus sonhos sem parar de cantar; sem parar de cantar
Eu não posso nem te construir um ninho nem chegar perto de você; nem chegar perto de você
Nem te oferecer consolo nem alegria nem posso te esquecer; nem posso te esquecer
Composição: Luis Franco, Carlos Vieco Ortiz, Marta de Los Ríos