Rigo Campos (part. Chalino Sanchez)
Tenía que ser Sinaloense de la familia Salcido
En un carro Grand Marquis
Iba Rigoberto Campos
En otro sus guardaespaldas
Que lo venían escoltando
Cayeron en una trampa
De grandes del contrabando
Con puros cuernos de chivo
Empezaron a tirar
Matando a Rigo al instante
Y a su guardia personal
Hiriendo a gente inocente
Que cruzaba el bulevar
Dicen que había estado preso
Por ser narcotraficante
Y a los meses que él salió
Lo hallaron lleno de sangre
Le habían cortado los brazos
Por orden de un contrincante
Se puso brazos postizos
Pero no se le notaban
Porque de todos calibres
Las armas las disparaba
Pero cuando lo mataron
No tuvo tiempo de nada
Murió Rigoberto Campos
En la ciudad de Tijuana
La mafia lo eliminó
Porque el ya muy alto andaba
Era competencia grande
Con mucho poder contaba
Tenía que ser Sinaloense
De la familia Salcido
Fue primo del Cochiloco
Y del difunto Gabino
Las gallinas no crían pollos
Si el gavilán sigue vivo
Rigo Campos (part. Chalino Sanchez)
Tinha que ser Sinaloense da família Salcido
Num carro Grand Marquis
Ia Rigoberto Campos
Em outro, seus seguranças
Que o estavam escoltando
Cairam em uma armadilha
De grandes do contrabando
Com só fuzis
Começaram a atirar
Matando Rigo na hora
E seu segurança pessoal
Ferindo gente inocente
Que cruzava o bulevar
Dizem que tinha estado preso
Por ser narcotraficante
E meses depois que saiu
O acharam cheio de sangue
Tinha cortado os braços
Por ordem de um rival
Colocou braços postiços
Mas não dava pra notar
Porque de todos os calibres
As armas ele disparava
Mas quando o mataram
Não teve tempo pra nada
Morreu Rigoberto Campos
Na cidade de Tijuana
A máfia o eliminou
Porque ele já andava alto
Era uma grande concorrência
Com muito poder contava
Tinha que ser Sinaloense
Da família Salcido
Foi primo do Cochiloco
E do falecido Gabino
As galinhas não criam pintinhos
Se o gavião ainda tá vivo