Nocturnal
Caídos emplumados desde su gracia
Un ángel cautivo que roba sus deleites
Resquebraja su último puritano pudor
Reina oscuridad, maestra en pecado y tentaciones
Despliega tus alas para en tu cuerpo danzar
Abre las puertas, desinhibe a la humanidad
Sacia su sed de lujuria cerca ya del tiempo final
Pálida virgen cuida sus criaturas de la noche
Inspira su luz en contra de la cruz
La fiel testigo de abominación
Cuando doctrina esclavizó la mente y la razón
Herejes bajo sus leyes y con pecados por confesar
Y en las noches bajo la Luna
tras las montañas hallaras su perdición
La dicha es para mi y el dolor es para ti
Cuando domine tu hermana, dios Sol
Digno de poder tu hechizo darás
Que con sangre conjurara esta unión
Devotos siempre a ti, tu luz hasta morir
Tu blanca imagen adorna la bóveda astral
Bailando en soledad hasta la eternidad
En apogeo de este gran Armagedón
En este infinito y mas allá del dominio celestial
Para así contemplarla noche y nuestros deseos desatar
Venerando estrellas en la oscuridad.
Caídos emplumados desde su gracia
Un ángel cautivo que roba sus deleites
Resquebraja su último puritano pudor
Reina oscuridad, maestra en pecado y tentaciones
Despliega tus alas para en tu cuerpo danzar
Abre tus puertas, desinhibe a la humanidad
Sacia su sed de lujuria cerca ya del tiempo final
Seems a holocaust in vain
It's that shit you always knew
Noturna
Caídos emplumados desde sua graça
Um anjo cativo que rouba seus deleites
Resquebraja seu último pudor puritano
Reina a escuridão, mestra em pecado e tentações
Desdobra suas asas para dançar em seu corpo
Abre as portas, desinibe a humanidade
Sacia sua sede de luxúria perto já do tempo final
Pálida virgem cuida de suas criaturas da noite
Inspira sua luz contra a cruz
A fiel testemunha da abominação
Quando a doutrina escravizou a mente e a razão
Hereges sob suas leis e com pecados a confessar
E nas noites sob a Lua
Atrás das montanhas encontrarás sua perdição
A felicidade é para mim e a dor é para você
Quando sua irmã, a deusa Sol, dominar
Digno de poder, seu feitiço darás
Que com sangue conjurará esta união
Devotos sempre a você, sua luz até morrer
Sua imagem branca adorna a abóbada astral
Dançando na solidão até a eternidade
No apogeu deste grande Armagedom
Neste infinito e além do domínio celestial
Para assim contemplá-la à noite e nossos desejos soltar
Venerando estrelas na escuridão.
Caídos emplumados desde sua graça
Um anjo cativo que rouba seus deleites
Resquebraja seu último pudor puritano
Reina a escuridão, mestra em pecado e tentações
Desdobra suas asas para dançar em seu corpo
Abre suas portas, desinibe a humanidade
Sacia sua sede de luxúria perto já do tempo final
Parece um holocausto em vão
É aquela merda que você sempre soube.