395px

Esperando Pelo Meu Fim

Love Lies Bleeding

Waiting For My End

I see through a veil, a mirror for the light
And my cells fail once again
Words lose their meaning
And become annoying sounds
Bells of pain, that rapture my innocence
Angels in disguise
Start to weave my skin
And smile with disgust
And wait for me to end it all

I once dreamt of god.
Almighty among us
Watching us die
Begging for mercy
Watching our suffering
And pleased by our pain
A grand theology bizarre
That drives me from my faith
And casts such a sweet poison divine
Worms inside my veins
Conceeding my every doubts
To a weakening and dying self

And now that I take his throne
Crowned with thorns
Dying like the son
and eternal as I.
I order the world to consume us all

Angels disolve in the air around
Biting and kissing the sweetest parts of me

Let the flesh be blessed by anger
Religious suicide into a world of reality
Let the flesh be blessed by anger
And winds are waiting for my end

Raising the stigmatas to the vaults
I make the blood fall into the chalice
As filthy monks around sing my name
And splendours of values unnaturals
Drink now from the potion made poison
Of the ill veins that chain my soul
And feel the absurdity of words themselves
Refusing to combine and follow my cursed will

The pulse of damnation slowly resounds
The goals of insanity reveal themselves
If I am to die, all will follow me
If I am to live, all will die for my glory
All will die!

And the young raped virgin will crown me with despair
And set upon each of my heads the names forgotten
Whose very meanings now extrude from every letter
Sounds that break the steel and mark the flesh with all my sins
I carry universality within my destiny
For I am the snake that speaks freely to all

Esperando Pelo Meu Fim

Vejo através de um véu, um espelho para a luz
E minhas células falham mais uma vez
As palavras perdem seu sentido
E se tornam sons irritantes
Sinos de dor, que destroem minha inocência
Anjos disfarçados
Começam a tecer minha pele
E sorriem com nojo
E esperam eu acabar com tudo

Um dia sonhei com Deus.
Todo-poderoso entre nós
Assistindo a gente morrer
Implorando por misericórdia
Observando nosso sofrimento
E satisfeito com nossa dor
Uma teologia grandiosa e bizarra
Que me afasta da minha fé
E lança um doce veneno divino
Vermes dentro das minhas veias
Concedendo todas as minhas dúvidas
A um eu fraco e moribundo

E agora que tomo seu trono
Coroado com espinhos
Morrendo como o filho
E eterno como eu.
Eu ordeno ao mundo que nos consuma a todos

Anjos se dissolvem no ar ao redor
Mordendo e beijando as partes mais doces de mim

Que a carne seja abençoada pela raiva
Suicídio religioso em um mundo de realidade
Que a carne seja abençoada pela raiva
E os ventos estão esperando pelo meu fim

Levantando as estigmas para os céus
Faço o sangue cair no cálice
Enquanto monges imundos ao redor cantam meu nome
E esplendores de valores antinaturais
Bebem agora da poção feita veneno
Das veias doentes que prendem minha alma
E sentem a absurdidade das próprias palavras
Recusando-se a se combinar e seguir minha vontade amaldiçoada

O pulso da danação ressoa lentamente
Os objetivos da insanidade se revelam
Se eu for morrer, todos me seguirão
Se eu for viver, todos morrerão pela minha glória
Todos morrerão!

E a jovem virgem estuprada me coroará com desespero
E colocará sobre cada uma das minhas cabeças os nomes esquecidos
Cujo significado agora extrai de cada letra
Sons que quebram o aço e marcam a carne com todos os meus pecados
Carrego a universalidade dentro do meu destino
Pois sou a cobra que fala livremente a todos

Composição: