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Te Feriu Muito (História do Amante Ervilha)

Love of Lesbian

Te Hiero Mucho (Historia Del Amante Guisante)

Hoy voy a hablaros del amante guisante,
el hombre que montó un gran show por los aires
con su casco plateado, traje verde y
bambas a reacción.

Montó en aquella lanzadera dorada,
acto seguido escribió coordenadas
y en su capa había escrito
un "te amo" en luces de neón.

Un asteroide, ahí va ...
amante guisante, nuestro héroe total.
Mira qué original,
surcando los aires por su amor virginal.
Y al divisar su hogar,
la capa de alto voltaje enciende un mensaje especial.

Cuando la brisa hace bailar sus mejillas
mira hacia abajo y ve a su amor de rodillas.
Qué crueldad, crueldad,
¿qué hacen tantos hombres, por Dios?

Mientras su amada ve un avión por las nalgas,
guisante nota un gran incendio a su espalda.
No hay frenos ni hay dirección,
creo que ha perdido el control.

"Un asteroide, ahí va",
decía su amada, viendo al héroe quemar.
"Un meteorito, ahí va",
y mientras miraba su placer fue bestial.
"Alas de fuego, un flash",
son cosas que nunca se olvidan, nunca se olvidan,
no se podrán olvidar.

Bajó en picado hacia un colegio de niñas,
iba a hacer trizas vestuario y letrinas,
y al ver el fin no sufrió,
cosas del estado de shock.

Mamma, mamma ... no hay dolor.
Mamma, mamma ... no hay dolor.
Mamma, mamma ... viva el dolor,
Mamma, mamma ... no muerdas, no.
Mamma, mamma ... no pares, no.
Mamma, mamma ... no pares, no,
Mamma, mamma ... no hay dolor.

Bye, bye, guisante, bye,
vaya acto de héroe, vaya imbecilidad.
A reveure, adéu,
tan sólo en los cuentos puedes idealizar.
Auf Wiedersehen, au revoir,
la musa es el medio, nadie es puro en verdad.
Ciao, sayonara, au revoir,
¿un mito o un tipo suicida?, dime qué opinas,
¿o el problema es siempre hormonal?
Ya nadie nota un guisante en la cama.

Te Feriu Muito (História do Amante Ervilha)

Hoje vou falar do amante ervilha,
o cara que fez um grande show pelos ares
com seu capacete prateado, traje verde e
tênis a jato.

Ele subiu naquela espaçonave dourada,
a seguir escreveu coordenadas
e na sua capa estava escrito
um "te amo" em luzes de néon.

Um asteroide, lá vai...
amante ervilha, nosso herói total.
Olha que original,
surfando pelos ares por seu amor virginal.
E ao avistar seu lar,
a capa de alta voltagem acende uma mensagem especial.

Quando a brisa faz suas bochechas dançarem
olha pra baixo e vê seu amor de joelhos.
Que crueldade, crueldade,
o que tantos homens fazem, pelo amor de Deus?

Enquanto sua amada vê um avião pelas nádegas,
ervilha nota um grande incêndio às suas costas.
Não há freios nem direção,
acho que ele perdeu o controle.

"Um asteroide, lá vai",
dizia sua amada, vendo o herói queimar.
"Um meteorito, lá vai",
e enquanto olhava, seu prazer foi brutal.
"Asas de fogo, um flash",
são coisas que nunca se esquecem, nunca se esquecem,
não se poderão esquecer.

Desceu em picada em direção a uma escola de meninas,
ia fazer trapos de figurinos e banheiros,
e ao ver o fim não sofreu,
coisas do estado de choque.

Mamma, mamma... não há dor.
Mamma, mamma... não há dor.
Mamma, mamma... viva a dor,
Mamma, mamma... não morde, não.
Mamma, mamma... não pare, não.
Mamma, mamma... não pare, não,
Mamma, mamma... não há dor.

Tchau, tchau, ervilha, tchau,
que ato de herói, que imbecilidade.
Até logo, adeus,
só nos contos você pode idealizar.
Auf Wiedersehen, au revoir,
a musa é o meio, ninguém é puro de verdade.
Ciao, sayonara, au revoir,
um mito ou um tipo suicida?, me diz o que acha,
ou o problema é sempre hormonal?
Ninguém nota uma ervilha na cama.