395px

Dun tempo para sempre (Tradução)

Luar na Lubre

Dun tempo para sempre

Vese voar
Unha moura soidade
Que vai xurdindo
Baixo o solpor;

Sombras que doan seu alento
Seu alento
E transforman o ar
Nun incerto mencer;

Voces que son
As pegadas dun tempo,
Eco de doces
Acordes de alalás.

Cando atoparemos
Druidas envoltos
Nos fumes das lubres
No bosque de emaín;

E o val enfeitizado
Polas sombras que ainda emerxen
Da última noite,
Noite de luar.

Soños galopando
Xa rachan co silencio
E o vento asubía
Acordes de alalás.

Dun tempo para sempre (Tradução)

Vê-se voar
Uma mora solidão
O que vai surgindo
Sob o pôr do sol;

Sombras que doam seu hálito
Seu hálito
E transformam o ar
Num incerto amanhecer;

Vozes que são
As impressões de um tempo,
Eco de doces
Acordes de alalás.

Quando encontrar
Druidas envolvidos
Nos fumos de Sucesso
Na floresta de emaín;

E o vale encantado
Pelas sombras que ainda aparecem,
Da última noite
Noite de luar.

Sonhos galopando
Já rompe com o silêncio
E o vento assobia
Acordes de alalás.

Composição: A. Espinosa / D. Cerqueiro