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O Cisne Negro

Luca Turilli's Rhapsody

Il Cigno Nero

Corpus, mens (corpus in mens)
Formas vivificans in spiritus

Travolto dal ricatto di cinismo e falsità
Ritrovi la tua strada oltre follia e mediocrità
Ed al tre volte grande il tuo fuggir s'ispirerà
Al vero rivelato oltre ipocrita realtà

Già sembrasti sì diverso
All'uscir dal sacro grembo
Senza nome e identità
Nella goccia di rugiada la tua libertà

L'androgino mercurio cerca ancor stabilità
Nell' operatio solis tutto all' uno verterà
Et cogito ergo creo Puro pensiero scolpirà
Al fuoco del filosofo il leone ruggirà

Or t'attende la gran sfida
Di Saturno il mesto abbraccio
Vana la tua integrità
Il guardiano della soglia vincere vorrà

Nel vento colgo il senso
Dell'immenso, del respiro cosmico
Rapito da tal vanto si regale
La maestosa sua umiltà
Divino fuoco ch'or to desti
All'occhio d'ajna fiero
Vola o mio cigno nero

Nel vento colgo il senso
Dell'immenso, del respiro cosmico
Rapito da tal vanto sì regale
La maestosa sua umiltà

Divino fuoco ch'or ti desti
All'occhio d'ajna fiero
Vola o mio cigno nero

Del vero colgo ora il senso
Vola o cigno nero

Divino fuoco ch'or ti desti
All'occhio d'ajna fiero
Vola o mio cigno nero
(O fuoco, che ora, ti desti
All'occhio d'ajna sì fiero)

Vola

Corpus, mens (corpus in mens)
Formas vivificans ad spiritum

O Cisne Negro

Corpo, mente (o corpo dentro da mente)
Dando vida às formas no espírito

Arrastado pela chantagem do cinismo e da falsidade
Você reencontra seu caminho além da loucura e da mediocridade
E ao três vezes grande sua fuga se inspirará
Na verdade revelada além da realidade hipócrita

Já parecias tão diferente
Ao sair do ventre sagrado
Sem nome e identidade
Na gota de orvalho, a tua liberdade

O mercúrio andrógino ainda busca estabilidade
Na obra do Sol, tudo se voltará ao uno
Penso, logo crio: O pensamento puro esculpirá
Ao fogo do filósofo, o leão rugirá

Agora te espera o grande desafio
O abraço triste de Saturno
Vã é a tua integridade
O guardião do limiar quererá vencer

No vento eu capto o sentido
Do imenso, da respiração cósmica
Arrebatado por tal grandeza tão real
Sua majestosa humildade
Fogo divino que agora despertas
No orgulhoso olho de Ajna
Voa, ó meu cisne negro

No vento eu capto o sentido
Do imenso, da respiração cósmica
Arrebatado por tal grandeza tão real
Sua majestosa humildade

Ó fogo, que agora despertas
No orgulhoso olho de Ajna
Voa, ó meu cisne negro

Agora capto o sentido da verdade
Voa, ó cisne negro

Ó fogo, que agora despertas
No orgulhoso olho de Ajna
Voa, ó meu cisne negro
(Ó fogo, que agora despertas
No olho de Ajna tão orgulhoso)

Voa

Corpo, mente (o corpo dentro da mente)
Dando vida às formas em direção ao espírito

Composição: Luca Turilli