O Brasil tem um dilema que já virou novela
O povo na plateia, a mídia na tela
Candidato com a mão no peito, jura e promete
Depois que a urna vira, no voto a gente esquece
É a viola do eleitor que vai tocar
Na boca de urna pra gente cantar
Um sertanejo que fala de política
Sem a mentira da velha retórica
O agro é pop, o agro é tudo, o agro é o carrossel
Enquanto o povo na cidade, vive sem o seu papel
De um lado a direita, de outro a esquerda, e no meio a gente
O brasileiro que trabalha e tem um futuro em mente
É a viola do eleitor que vai tocar
Na boca de urna pra gente cantar
Um sertanejo que fala de política
Sem a mentira da velha retórica
E tem candidato que já foi condenado, mas insiste em voltar
E tem o novato que vem com a promessa, pra iludir e enganar
A gente já tá cansado, de tanta ladainha
Mas lá na eleição, a gente vota com a velha mania
É a viola do eleitor que vai tocar
Na boca de urna pra gente cantar
Um sertanejo que fala de política
Sem a mentira da velha retórica
Mas a gente é o Brasil, a gente é a esperança
A gente canta, a gente chora, a gente tem a balança
A gente vai escolher, a gente vai decidir
Se o futuro do país, a gente vai construir
É a viola do eleitor que vai tocar
Na boca de urna pra gente cantar
Um sertanejo que fala de política
Sem a mentira da velha retórica
E a viola vai tocando, a gente vai cantando
E que em 2026, a gente acerte o nosso canto