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O Escolhido

Luciano Pereyra

El Elegido

Ya eres parte de mis sentidos
Huelo el cielo si estoy contigo
En tus brazos por fin halle mi nido

Quien me cubre de las tormentas
Quien me abriga cuando hace frío
El refugio de este gorrión herido

La más tierna de mis canciones
Corazón de mis latidos
En tu boca el dulzor de nuestro vino

El final de este superhéroe
Solitario que todo puede
Que de tanto vencer quedo vencido

Que privilegio amor que me hayas elegido

Para despertar cada mañana
Para ver las tardes sobre el río
Para respirar del mismo aire que respiro

Para ser el cuerpo de tu alma
Para recorrerte lo prohibido
Para ser el dueño piel a piel de tus suspiros

Que privilegio amor que me hayas elegido

Acaricia de mi guitarra
Esa misma que endulza y calma
Cuando todo parece estar perdido

Las palabras que le faltaban
A las noches de mi garganta
A los pies de tu Luna yo me rindo

Confidente de mis anhelos
Compañera de mis deseos
El final de este invierno infinito

Que privilegio amor que me hayas elegido

Para despertar cada mañana
Para ver las tardes sobre el río
Para respirar del mismo aire que respiro

Para ser el cuerpo de tu alma
Para recorrerte lo prohibido
Para ser el dueño piel a piel de tus suspiros

Que privilegio amor que me hayas elegido

O Escolhido

Já faz parte dos meus sentidos
Sinto o céu se estou contigo
Nos teus braços finalmente encontrei meu abrigo

Quem me protege das tempestades
Quem me aquece quando faz frio
O refúgio deste pardal ferido

A mais doce das minhas canções
Coração dos meus batimentos
Na tua boca o sabor do nosso vinho

O fim deste super-herói
Solitário que tudo pode
Que de tanto vencer ficou vencido

Que privilégio, amor, que me escolheste

Para acordar a cada manhã
Para ver as tardes sobre o rio
Para respirar o mesmo ar que respiro

Para ser o corpo da tua alma
Para explorar o que é proibido
Para ser o dono, pele a pele, dos teus suspiros

Que privilégio, amor, que me escolheste

Acaricia da minha guitarra
Essa mesma que adoça e acalma
Quando tudo parece estar perdido

As palavras que faltavam
Para as noites da minha garganta
Aos pés da tua Lua eu me rendo

Confidente dos meus anseios
Companheira dos meus desejos
O fim deste inverno infinito

Que privilégio, amor, que me escolheste

Para acordar a cada manhã
Para ver as tardes sobre o rio
Para respirar o mesmo ar que respiro

Para ser o corpo da tua alma
Para explorar o que é proibido
Para ser o dono, pele a pele, dos teus suspiros

Que privilégio, amor, que me escolheste

Composição: Jose Luis Micucci, Luciano Pereyra