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Carnaval da Vida

Luis Alberto Posada

Carnaval de La Vida

Entre las sombras vegetando vivo
Sin que una luz ante mis ojos radie
Entre las sombras vegetando vivo
Sin que una luz ante mis ojos radie

E indiferente Mi existir maldigo
Sin creer en nada y sin amar a nadie
E indiferente Mi existir maldigo
Sin creer en nada y sin amar a nadie

Ya sin amores y con la fe extinguida
Me río de las iras de mi suerte
No tiene objeto para mí la vida
Si el corazón se anticipó a la muerte
No tiene objeto para mí la vida
Si el corazón se anticipó a la muerte

Si hasta la esperanza está perdida
Me río de las iras de mi suerte
¡Qué carnaval más necio el de la vida!
¡Qué consuelo más dulce el de la muerte!
¡Qué carnaval más necio el de la vida!
¡Qué consuelo más dulce el de la muerte!

Carnaval da Vida

Entre as sombras vegetando vivo
Sem que uma luz diante dos meus olhos brilhe
Entre as sombras vegetando vivo
Sem que uma luz diante dos meus olhos brilhe

E indiferente, minha existência eu amaldiçoo
Sem acreditar em nada e sem amar ninguém
E indiferente, minha existência eu amaldiçoo
Sem acreditar em nada e sem amar ninguém

Já sem amores e com a fé apagada
Eu rio das desgraças da minha sorte
Não tem sentido pra mim a vida
Se o coração se antecipou à morte
Não tem sentido pra mim a vida
Se o coração se antecipou à morte

Se até a esperança está perdida
Eu rio das desgraças da minha sorte
Que carnaval mais idiota o da vida!
Que consolo mais doce o da morte!
Que carnaval mais idiota o da vida!
Que consolo mais doce o da morte!

Composição: Antonio Plazas, Mercedes Silva