Agua de la miseria
Canta,
bajo la luna,
alguien, alguien sin nadie,
te oye...
llorar de noche,
cuando de tu alma sangras,
ya no me mires así,
¿y para qué vivir,
si ya no tienes fe en tu hermano,
al que no amas ya?
! Ya no me digas que se siente !
si no se cambia hoy,
no se cambia más...
y tus hijos sabrán,
que vendíste tu amor...
que vendíste tu amor...
Juega,
juega que el tiempo huye...
y cambiame por una mosca...
vierte, vierte tu lágrima,
sobre la absurda suerte,
ya no me mires así,
si no se cambia hoy,
no se cambia más...
y tus hijos sabrán,
que vendíste tu amor...
que vendíste tu amor...
! Ya no me digas que se siente...
al atravesar,
la eternidad...
sin una gestión,
desde tu corazón... !
Tu sombra da,
contra el muro,
al que quiebras,
en múltiples ecos...
y acércate,
y ahuyentarás...
el desastre de mi alma,
que sueña...
Bebe,
bebe, desde el columpio...
el agua de la miseria...
y saca,
saca de los que sufren...
y quema la cruz,
tan ciego,
solo eres esclavo del poder...
¿y para qué vivir,
si ya no tienes fe,
en tu hermano,
al que no amas ya?
! Ya no me digas que se siente...
al atravesar,
la eternidad...
sin una gestión,
desde tu corazón... !
si no se cambia ya, tus hijos dirán...
que vendíste tu amor... !
Ya no me digas que se siente...
en la eternidad...
sin una gestión,
desde tu corazón... !
! Ya no me digas que se siente... !
si ya no tienes fe,
en tu hermano...
al que no amas ya...
¿pero qué es lo que te pasa, nene?
Água da Miséria
Canta,
bajo a lua,
alguém, alguém sem ninguém,
te ouve...
chorar à noite,
quando da sua alma sangra,
já não me olhe assim,
e pra que viver,
se já não tem fé no seu irmão,
a quem já não ama mais?
! Já não me diga que se sente !
se não se muda hoje,
não se muda mais...
e seus filhos saberão,
que você vendeu seu amor...
que você vendeu seu amor...
Brinca,
brinca que o tempo foge...
e me troque por uma mosca...
vai, derrama sua lágrima,
sobre a sorte absurda,
já não me olhe assim,
se não se muda hoje,
não se muda mais...
e seus filhos saberão,
que você vendeu seu amor...
que você vendeu seu amor...
! Já não me diga que se sente...
al atravessar,
a eternidade...
sans uma gestão,
dos seu coração... !
Sua sombra bate,
contra o muro,
a que quebra,
em múltiplos ecos...
e chega mais perto,
e afastará...
o desastre da minha alma,
que sonha...
Bebe,
bebe, do balanço...
a água da miséria...
e tira,
tira dos que sofrem...
e queima a cruz,
tão cego,
você só é escravo do poder...
¿e pra que viver,
se já não tem fé,
no seu irmão,
a quem já não ama mais?
! Já não me diga que se sente...
al atravessar,
a eternidade...
sans uma gestão,
dos seu coração... !
se não se muda já, seus filhos dirão...
que você vendeu seu amor... !
Já não me diga que se sente...
nna eternidade...
sans uma gestão,
dos seu coração... !
! Já não me diga que se sente... !
se já não tem fé,
no seu irmão...
a quem já não ama mais...
¿mas o que está acontecendo com você, cara?