Dito, Benedito sapateiro
Foi um violeiro
Poeta de dó, de Sol, de si
Um amigo companheiro
Que eu conheci
Dentro da noite
Na boemia
Entre copos
Desejos
Gracejos
Festejos
Da mais pura alegria
Dito, Benedito sapateiro
Poeta de dó, de Sol, de si
Fazia qualquer coração
Navegar na bonança
Das cordas do seu violão
Dito, bendito Benedito
Da noite que atravessa
No Kapelle a flor da pele
Uma lembrança confessa
Do amor que eu perdi
Teu violão, feito com tua mão
Toca, toca nosso coração
Seus acordes
Acordam qualquer paixão
E nesse rol de lembrança
Sol bemol uma extravagância
Seu murmúrio eu consigo ouvir
Dito, Benedito sapateiro
Poeta de dó, de Sol, de si
Quero lhe encontrar
Entre anjos e querubins
Com seu violão
Trilha sonora
Marcando
A divina criação
Composição: Luis H. Rocha