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Alma do Cárcere

Lunar Aurora

Kerkerseele

Flehende Augen in tanzendem Mondlicht,
in Bitterkeit wandernder Blick,
über tote Träume und sterbende Hoffnung,
in sterbenden Welten...

Weinende Seele, schleifend, in Ketten, dort, entlang der Kerkerwand.
Schmerz fließt in diesen Mauern, der Schmerz des Lebens Kraft...

Flehende Stimme, flüsternd, ohne Worte, doch mehr als jeder Worte Klang.
In diesem Echo von Untröstlichkeit, dort, entlang der Kerkerwand...

Weinende Augen in sterbendem Mondlicht,
Zeugen ihres Glanzes Tod,
Zeugen entschwundener Wege, dort,
entlang der Kerkerwand...

Kerkerseele, in tausend Qualen, in Tränen zerfließt die Erinnerung,
in schwarzem Nichts, entlang der Kerkerwand...

Alma do Cárcere

Olhos suplicantes na luz do luar dançante,
no olhar que vagueia em amargura,
sobre sonhos mortos e esperanças morrendo,
nas mundos que estão morrendo...

Alma chorosa, arrastando-se, em correntes, ali, ao longo da parede da prisão.
A dor flui nessas paredes, a dor da força da vida...

Voz suplicante, sussurrando, sem palavras, mas mais do que o som de qualquer palavra.
Neste eco de inconsolabilidade, ali, ao longo da parede da prisão...

Olhos chorosos na luz do luar moribundo,
Testemunhas da morte do seu brilho,
Testemunhas de caminhos perdidos, ali,
ao longo da parede da prisão...

Alma do cárcere, em mil tormentos, nas lágrimas a memória se dissolve,
no negro nada, ao longo da parede da prisão...

Composição: