In Contempt Of Humanity
Intellectual crucifixion
Mass destruction, evolutionary override
Contempt for the flock, misanthropy personified
Woven narcissistic curtains, a blinding dissection
A perverse experiment, ill-conceived
A sickening sight, the disease reveled
I live in contempt of humanity
Rotting in ruins, bleeding hindsight as sadistic delight
On the eve of implementation, an error revealed
Wheels in motion on eccentric axis
Evolution rolls to it's own demise
We burn, fueling ourselves
We die, a cancerous breed
We emerge, in our ashes as a seed
In contempt of humanity
Songs to our children, reminders of the past
From the eons of tragedy, the final chapter unfolds
In the mist of the future, lies the blood of the past
From the carcass crawl the remnants
A random selection, children of the past
A timeless defect, viral disease - humanity
Once again the sound of destruction
The wheels of evolution crush again
Em Desprezo pela Humanidade
Crucificação intelectual
Destruição em massa, sobreposição evolutiva
Desprezo pelo rebanho, misantropia personificada
Cortinas narcisistas tecidas, uma dissecação ofuscante
Um experimento perverso, mal concebido
Uma visão nauseante, a doença se regozijava
Eu vivo em desprezo pela humanidade
Apodrecendo em ruínas, sangrando retrospectiva como um deleite sádico
Na véspera da implementação, um erro revelado
Rodas em movimento em um eixo excêntrico
A evolução rola para sua própria ruína
Nós queimamos, nos alimentando
Nós morremos, uma raça cancerígena
Nós emergimos, em nossas cinzas como uma semente
Em desprezo pela humanidade
Canções para nossos filhos, lembranças do passado
Dos eons de tragédia, o capítulo final se desenrola
Na névoa do futuro, jaz o sangue do passado
Da carcaça rastejam os remanescentes
Uma seleção aleatória, filhos do passado
Um defeito atemporal, doença viral - humanidade
Mais uma vez o som da destruição
As rodas da evolução esmagam novamente