Open The Gates
Onward, onward me stride, into antoher existance
The past lay behind lake an everdarkning dream
Not yet to claim, not yet fallen into oblivion
Trapped in sophisticated eleggs
Doomed to live in shadows of an inner self
The abhorrent one
A billow of creation mention to come forth
Ache with doubt
Resurgence of the old
Spirits retain their mortal blood
Mistaken belief
The firstborn souls become one with the deathless
The secondborn pass
On a divine wind, crowned with strom
Above the mists of the world, where we fall like rain
I pass the gate
Abra os Portões
Avante, avante eu sigo, em outra existência
O passado ficou pra trás como um sonho cada vez mais escuro
Ainda não a reivindicar, ainda não caí no esquecimento
Preso em elegância sofisticada
Condenado a viver nas sombras de um eu interior
Aquele abominável
Uma onda de criação menciona que vai surgir
Dor com dúvida
Ressurgência do antigo
Os espíritos mantêm seu sangue mortal
Crença equivocada
As almas primogênitas se tornam uma com os imortais
Os segundos nascidos passam
Em um vento divino, coroado com tempestade
Acima das névoas do mundo, onde caímos como chuva
Eu passo pelo portão