Making Love With The Death
Those obscene black silhouettes over the altar of nights
With every wolfen libido howling a caress of shadows weeps lascivious
Cumming in her bed among purple sheets of libertine silk
Tearing and licking disdains from her vomited romance
Making the love with the death
Banshee belladonna
The fertile ishtar and virgin of our apocalypse
Seen through karmina's passion in darkness
Where the gates of gothic twilight
Is red amphitheatre upon the bleeding kisses of lilinas
Rosefire
The carnivore luxura takes her prey with hung
Above melted fears sundering within her menstrual pale rain
Until she fornicate with witches into the autumn of nights
In her carnal paradise where dismal phantoms seduce
And Bacchus reign the satyrs that rides her lust
She spit the sacred christ communion
A serenade of black widows in zeal
Evoke the panic lands of lore for tonight
Flowers of blood and flesh are sprayed all my way to hell
Evil beauty waves like abigor's drunken flames
Entering diarrehicaly towards heaven's doors
As bestrialice thirst
She's the rose and serpent that embraces night's tongue
From hidden gardens of ebony dreams
Where her naked spectre sucks the breast of fullmoon
She's that mist descending from profound forests
Heretic sphinx of carrion seduction
My chalice of blood and semen
The perfume that excites angels and demons
Across coffins of lethargic nightmares
Deicides masturbation never ends
As despaired beg for her sodomizing alchemy
The true cryptic eyes from devil's whore
Mother lamia
Sapor Erzebeth captive of your hungry spell I am
Together we are crucified on the blood-flaming cross of sodom
Kept by the vestal demonises for eternally
Forever I have turn my nightfall bestiality
In your inner dementiality
Erotic misanthrope
My dear iron rose
With the Attila's wine I toast forever for your legacy
As I awake from my tomb I feel the kiss of your damned love
My love
Fazendo Amor Com a Morte
Aquelas silhuetas obscenas sobre o altar das noites
Com cada libido lobo uivando, uma carícia de sombras chora lasciva
Gozo em sua cama entre lençóis roxos de seda libertina
Rasgando e lambendo desprezos do seu romance vomitado
Fazendo amor com a morte
Banshee beladona
A fértil Ishtar e virgem do nosso apocalipse
Visto através da paixão de Karmina na escuridão
Onde os portões do crepúsculo gótico
É um anfiteatro vermelho sobre os beijos sangrentos das lilinas
Fogo de rosa
A luxúria carnívora pega sua presa com fome
Acima dos medos derretidos se despedaçando na sua chuva pálida menstrual
Até que ela fornique com bruxas no outono das noites
Em seu paraíso carnal onde fantasmas sombrios seduzem
E Baco reina sobre os sátiros que montam sua luxúria
Ela cospe a sagrada comunhão de Cristo
Uma serenata de viúvas negras em zelo
Evoca as terras de pânico da lenda para esta noite
Flores de sangue e carne são espalhadas por todo o meu caminho para o inferno
A beleza maligna acena como as chamas bêbadas de Abigor
Entrando diarreticamente em direção às portas do céu
Como sede bestial
Ela é a rosa e a serpente que abraça a língua da noite
Dos jardins ocultos de sonhos de ébano
Onde seu espectro nu suga o seio da lua cheia
Ela é aquela névoa descendo de florestas profundas
Esfinge herege da sedução de carniça
Meu cálice de sangue e sêmen
O perfume que excita anjos e demônios
Através de caixões de pesadelos letárgicos
A masturbação deicida nunca acaba
Enquanto desesperados imploram por sua alquimia sodomizante
Os verdadeiros olhos crípticos da prostituta do diabo
Mãe Lamia
Sapor Erzebeth, cativa do seu feitiço faminto eu sou
Juntos somos crucificados na cruz flamejante de sangue de Sodoma
Mantidos pelas vestais demoníacas para a eternidade
Para sempre eu transformei minha bestialidade do crepúsculo
Na sua dementialidade interior
Misantrófico erótico
Minha querida rosa de ferro
Com o vinho de Átila eu brindo para sempre pela sua herança
Ao acordar do meu túmulo, sinto o beijo do seu amor amaldiçoado
Meu amor