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Tempos Sombrio

Luxt

Darker Times

Once, these bloodless veins held life, words a thousand months.
Now the wet lights speak to me, windows glazing dark.
The skeletons of faith, I draped with strips of guessing meat once.
Clatter now and scratch the closet door as sleep drifts into spark.

So hold these aches and pains, reminders of the fear of death.
Of what's to come, or not, the line without the punch.
New worries stretch the larger portions of my doubt
and jitters come to visit I had crushed or so I thought at once.

Quickening, the second that the spark of life ignites.
Sickening the smell of rotting failed infinite plight.
Crumbling the world within it's own self cleansing shell.
Man the devil that he is and earth the breadth of heaven's hell.

Numbing so the speed is blistering our whims and thoughts.
Curiosity will kill the lion in our hearts.
Snapping on replacement parts for ripped emotions in our souls.
Comforts few and far between denials set to rake the coals.

Cold, stiff, mechanics twist lifeless limbs contort to fist.
Dead, dry, retracting eyes substitutions dampened cries.
Caged, bound, the spark depletes, the human form is obsolete.
Forced the hand of evolution, we've become our own solution.

The mirror cracked at one time, scattering our ashes far.
These trillionth eyeblinks bring the phoenix ripping from it's scars.
What once was pure enough to subtly corrupt the core
of life and chain react, explode us into nevermore.

All energy turned inwards abscessed into pressured wires.
Till far too tangled webs burst into flame and tears of fire.
Resonance tells the tale subconscious listens in our dreams.
Whispered the pathway and the smallest lie that split forever's seams.

Tempos Sombrio

Uma vez, essas veias sem sangue tinham vida, palavras de mil meses.
Agora as luzes molhadas falam comigo, janelas embaçadas de escuridão.
Os esqueletos da fé, eu vesti com tiras de carne adivinhada uma vez.
Agora fazem barulho e arranham a porta do armário enquanto o sono se transforma em faísca.

Então segure essas dores e desconfortos, lembranças do medo da morte.
Do que está por vir, ou não, a linha sem o soco.
Novas preocupações esticam as porções maiores da minha dúvida
E os nervos vêm me visitar, que eu havia esmagado ou assim pensei uma vez.

Acelerando, no segundo em que a faísca da vida se acende.
Enjoativo o cheiro de podridão de uma luta infinita fracassada.
Desmoronando o mundo dentro de sua própria casca purificadora.
O homem, o diabo que ele é, e a terra a extensão do inferno do céu.

Anestesiando, então a velocidade está queimando nossos caprichos e pensamentos.
A curiosidade vai matar o leão em nossos corações.
Substituindo peças para emoções rasgadas em nossas almas.
Confortos escassos e distantes, negações prontas para varrer as brasas.

Frio, rígido, mecânicos torcem membros sem vida em punhos.
Mortos, secos, olhos retraídos substituem gritos abafados.
Enjaulados, amarrados, a faísca se esgota, a forma humana é obsoleta.
Forçada a mão da evolução, nos tornamos nossa própria solução.

O espelho quebrou uma vez, espalhando nossas cinzas longe.
Esses trilionésimos piscar de olhos trazem a fênix rasgando suas cicatrizes.
O que antes era puro o suficiente para corromper sutilmente o núcleo
Da vida e reação em cadeia, nos explodindo em nunca mais.

Toda energia voltada para dentro, abscessada em fios pressionados.
Até que teias muito emaranhadas explodam em chamas e lágrimas de fogo.
Ressonância conta a história, o subconsciente escuta em nossos sonhos.
Sussurrado o caminho e a menor mentira que rasgou as costuras da eternidade.

Composição: Luxt