Servants In Silent Devotion
Sighing on behalf of those who cherish duress
To keep addiction and conviction to the raptures of my mind
Hybrid illusions carve desires to obsess
Am I destined for a bereavement left to share me astound
Like vivid dreams of distressed insanity's embrace
The taste of guiltless deep temptation spreads around
Servants of profanity to court
In passion shattered order the fortune to destine
Silent abolition to despair
Devotion for endeavor presumed to live in vanity
Mysteries revealed for total dedication
Unties volition to ignition in a carnage of disgrace
Regress exceeds all expectations in motion
In vicious rumors dies attendance on a tying decay
The flesh is willing and the salacious spirit weak
A brave decision for a vying disarray
Wealth required by nature is limited and easy to procure
But wealth required by vain ideals extends to infinity
Devote yourself to veins preserved in suspicion to obscure
Silent abolition to despair my living sin
In passion shattered order the fortune to destine
Servants of profanity to court my vanity
Devotion for endeavor presumed to live in sanity
Servos em Silenciosa Devoção
Suspirando em nome dos que valorizam a pressão
Pra manter a adição e a convicção nas delícias da minha mente
Ilusões híbridas esculpem desejos pra obsessão
Estou destinado a um luto que me deixa atordoado
Como sonhos vívidos do abraço da insanidade angustiante
O gosto da tentação profunda e sem culpa se espalha
Servos da profanidade a cortejar
Na paixão despedaçada, a fortuna a destinar
Abolição silenciosa para o desespero
Devoção por um esforço que se presume viver na vaidade
Mistérios revelados para total dedicação
Desata a vontade pra ignição em um carnificina de desgraça
A regressão supera todas as expectativas em movimento
Em rumores viciosos, a presença morre em uma decadência atada
A carne está disposta e o espírito lascivo é fraco
Uma decisão corajosa para uma desordem em disputa
A riqueza exigida pela natureza é limitada e fácil de conseguir
Mas a riqueza exigida por ideais vãos se estende até o infinito
Dedique-se a veias preservadas em suspeita para obscurecer
Abolição silenciosa para o desespero, meu pecado vivo
Na paixão despedaçada, a fortuna a destinar
Servos da profanidade a cortejar minha vaidade
Devoção por um esforço que se presume viver na sanidade