Flotylla Motorów
Lato wœciek³y upa³ ka¿dy
Na swój sposób z miasta siê wymyka
Upa³ ¿ar nie do wytrzymania
Ostatni zakrêt miasto znika
Uciekam powoli nigdzie siê nie spieszê
Ko³o za ko³em ju¿ czujê siê lepiej
Miejski rytua³ na koniec tygodnia
Kierunek woda totalny exodus
Wymija mnie zwarta flotylla motorów
Pêdz¹ w logicznym ptasim szyku
precyzja maszyny z cia³em cz³owieka
uciekam powoli nigdzie siê nie spieszê
precyzja maszyny z sercem cz³owieka
z cia³em i sercem cz³owieka
Wolni jak wiatr by³ ju¿ ich nie ma
A wiatr kojarzy siê z przestrzeni¹
Uciekam powoli nigdzie siê nie spieszê
Czujê siê dobrze du¿o du¿o lepiej
Wolni jak ptak byli ju¿ ich nie ma
A ptak kojarzy siê z przestrzeni¹
Uciekam powoli nigdzie siê nie spieszê
Czujê siê dobrze du¿o du¿o lepiej
Wolni jak wiatr by³ ju¿ ich nie ma
A wiatr kojarzy siê z przestrzeni¹
Uciekam powoli nigdzie siê nie spieszê
Czujê siê dobrze du¿o du¿o lepiej
Flotilha de Motores
Verão escaldante, todo mundo
De um jeito ou de outro, foge da cidade
O calor é insuportável
Na última curva, a cidade desaparece
Estou fugindo devagar, sem pressa nenhuma
Roda após roda, já me sinto melhor
Ritual urbano no final de semana
Rumo à água, um exôdo total
Uma flotilha de motores me ultrapassa
Acelerando em formação de pássaros
A precisão da máquina com o corpo humano
Estou fugindo devagar, sem pressa nenhuma
A precisão da máquina com o coração humano
Com corpo e coração humano
Livres como o vento, já não estão mais
E o vento remete à imensidão
Estou fugindo devagar, sem pressa nenhuma
Me sinto bem, muito, muito melhor
Livres como um pássaro, já não estão mais
E o pássaro remete à imensidão
Estou fugindo devagar, sem pressa nenhuma
Me sinto bem, muito, muito melhor
Livres como o vento, já não estão mais
E o vento remete à imensidão
Estou fugindo devagar, sem pressa nenhuma
Me sinto bem, muito, muito melhor