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Diga ao Seu Dono

Maelo Ruiz

Dile A Tu Dueño

Dile a tu dueño, que ya no aguanto mas
Dile que es cierto, que es cruel pero es verdad
Cuentale todo, diselo todo, dile que dependo de ti
Piensa en el modo para estar solos, si quieres yo se lo puedo decir

Dile a tu dueño que nuestro amor crecio
Un dia de invierno en un viejo cafe
Y esa mirada desesperada y esa sonrisa a flor de piel
Te dije nena a quien esperas y desde entonces te empece a querer

Sabes que me duele verte compartir con el
Dile que me quieres, dile que muero de celos por el

Dile a tu dueño que el no es tu dueño
Que has sido mia tantas madrugadas
Dile a tu dueño, cual es tu sueno
Que no te ha visto sentada en mi cama
Escuchando canciones y hablando de amores
Y calla cada vez que sale el sol
Para quedarte dentro de mi habitacion

Dile a tu dueño, que no es tu dueño
Que mi perfume se hizo piel en tu cuerpo
Dile a tu dueño, que no es tu dueño
Que no te ha visto llorar en silencio

Diga ao Seu Dono

Diga ao seu dono que não aguento mais
Diga que é verdade, que é cruel, mas é verdade
Conte tudo, diga tudo, diga que dependo de você
Pense em um jeito de ficarmos sozinhos, se quiser eu posso dizer isso

Diga ao seu dono que nosso amor cresceu
Num dia de inverno em um velho café
E aquele olhar desesperado e aquele sorriso à flor da pele
Te disse, menina, quem você espera e desde então comecei a te amar

Você sabe que dói ver você com ele
Diga que me ama, diga que morro de ciúmes dele

Diga ao seu dono que ele não é seu dono
Que você foi minha tantas madrugadas
Diga ao seu dono, qual é o seu sonho
Que ele não te viu sentada na minha cama
Ouvindo músicas e falando de amores
E se cala toda vez que o sol nasce
Pra ficar dentro do meu quarto

Diga ao seu dono que ele não é seu dono
Que meu perfume se fez pele no seu corpo
Diga ao seu dono que ele não é seu dono
Que ele não te viu chorar em silêncio

Composição: Luis Lambis