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Heróis...

Magni Animi Viri

Heroes...

Si è sempre ad aspettare un cenno
quando fingi vita dentro,
gli istanti sono molti, tanti,
a viverli si è spesso lenti;
versi sciolti riecheggiano confusamente
e vecchi miti, distrutti ormai dall'indolenza.

Siamo gocce di un oceano,
specchio delle luci su di noi,
divorati da un anelito
che un giorno un prode cavalier
ci ridia la nostra libertà.

Cristalli di visioni ardenti
s'infrangono in sogni vani
e sconfinati campi spogli
attendono cavalli bianchi.

Siamo gocce di un oceano,
specchio delle luci su di noi,
divorati da un anelito
che un giorno un prode cavalier
ci ridia la nostra libertà

Luci forano la bruma…
Balugina..
Pervenerunt…

Sumus nos heroes temporis
Qui virtutem habent non pro se
Non voluntas habet terminum
Et in nobis timor non, non est
Et in nobis timor non est

Heróis...

Sempre esperando um sinal
quando você finge viver por dentro,
os momentos são muitos, tantos,
e viver cada um é tão lento;
versos soltos ecoam confusamente
e velhos mitos, já destruídos pela preguiça.

Somos gotas de um oceano,
espelho das luzes sobre nós,
devorados por um anseio
que um dia um bravo cavaleiro
nos traga de volta a nossa liberdade.

Cristais de visões ardentes
se quebram em sonhos vazios
e vastos campos desolados
aguardam cavalos brancos.

Somos gotas de um oceano,
espelho das luzes sobre nós,
devorados por um anseio
que um dia um bravo cavaleiro
nos traga de volta a nossa liberdade.

Luzes rompem a neblina...
Brilham...
Chegaram...

Somos nós heróis do tempo
Que têm virtude não para si
Não há limite para a vontade
E em nós o medo não, não existe
E em nós o medo não existe.

Composição: Professor Pietro Ruggiero