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Aquelarre

Mägo de Oz

Aquelarre

El olvido recordó
Y la oscuridad se iluminó
La risa rompió a llorar

Una piedra enamoró
A una virgen que dejó caer
Su desnudez

Se empieza el ritual
Cuerpos a mediana luz
Beben de otras bocas
Y se excitan

Lamen la lujuria
Que lubrica su piel
Y hasta las estrellas
Se masturban al ver

Déjate enamorar
Ven y únete
Desnuda tu pudor
Ven y entrégate al placer

Déjate enamorar
Sedúceme
Por la depravación
Déjate acariciar

El frío se arropó
Y un árbol ha echado a correr
La cruz está al revés

El vicio es la virtud
La castidad es bisexual
La decadencia está a estrenar

Es la misa al revés
Se consagra lo inmoral
El aquelarre del pecado

Cuerpos entregados
En lasciva comunión
Santa bacanal en el altar

Déjate enamorar
Ven y únete
Desnuda tu pudor
Ven y entrégate al placer

Déjate enamorar
Sedúceme
Por la depravación
Déjate acariciar

Muéstrame tu cuello y deja
Que mis colmillos rompan
La piel que impide
Que tu sangre sea para mí
Y tu vida será eterna
Morirás cada mañana
Y renacerás al anochecer

Oh Señor de las mentiras
Mendigo de otras vidas
Duque del vicio, príncipe del sexo
Y del dolor
La lascivia que en mí entre
Me corrompa y me reviente
El alma en trozos de placer

El pentáculo es mi cama
Permite que te laman
Y no sabrás si te acarician
Un hombre o mujer

Violaremos tu inocencia
Orgasmos y decadencia
Alguien se excita en una cruz

Y la brisa de la muerte
Pudrirá lo que es decente
Ven y déjate sodomizar

Soy Astaroth, soy Belial
Soy Lucifer, soy tu puta
Soy tu chulo
Lo que quieras tú
Soy Leviatán, tuve sexo con Adán
Mientras Eva se excitaba
Al vernos, y se unió

Déjate enamorar
Ven y únete
Desnuda tu pudor
Ven y entrégate al placer

Déjate enamorar
Sedúceme
Por la depravación
Déjate acariciar

Déjate enamorar
Ven y únete
Desnuda tu pudor
Ven y entrégate al placer

Déjate enamorar
Sedúceme
Por la depravación
Déjate acariciar

Sedúceme
Sedúceme
Príncipe de la dulce pena

Aquelarre

O esquecimento lembrou
E a escuridão se iluminou
A risada quebrou em choro

Uma pedra se apaixonou
Por uma virgem que deixou cair
Sua nudez

Começa o ritual
Corpos à meia-luz
Bebem de outras bocas
E se excitam

Lambem a luxúria
Que lubrifica sua pele
E até as estrelas
Se masturbam ao ver

Deixe-se apaixonar
Venha e junte-se
Desnude seu pudor
Venha e entregue-se ao prazer

Deixe-se apaixonar
Seduza-me
Pela depravação
Deixe-se acariciar

O frio se cobriu
E uma árvore começou a correr
A cruz está ao contrário

O vício é a virtude
A castidade é bissexual
A decadência está para estrear

É a missa ao contrário
Consagra-se o imoral
O aquelarre do pecado

Corpos entregues
Em lasciva comunhão
Santa bacanal no altar

Deixe-se apaixonar
Venha e junte-se
Desnude seu pudor
Venha e entregue-se ao prazer

Deixe-se apaixonar
Seduza-me
Pela depravação
Deixe-se acariciar

Mostre-me seu pescoço e deixe
Que meus dentes rompam
A pele que impede
Que seu sangue seja para mim
E sua vida será eterna
Você morrerá a cada manhã
E renascerá ao anoitecer

Oh Senhor das mentiras
Mendigo de outras vidas
Duque do vício, príncipe do sexo
E da dor
A lascívia que em mim entra
Me corrompa e me arrebente
A alma em pedaços de prazer

O pentáculo é minha cama
Permita que te lambam
E você não saberá se te acaricia
Um homem ou uma mulher

Violaremos sua inocência
Orgasmos e decadência
Alguém se excita em uma cruz

E a brisa da morte
Apodrecerá o que é decente
Venha e deixe-se sodomizar

Sou Astaroth, sou Belial
Sou Lúcifer, sou sua puta
Sou seu cafetão
O que você quiser
Sou Leviatã, tive sexo com Adão
Enquanto Eva se excitava
Ao nos ver, e se uniu

Deixe-se apaixonar
Venha e junte-se
Desnude seu pudor
Venha e entregue-se ao prazer

Deixe-se apaixonar
Seduza-me
Pela depravação
Deixe-se acariciar

Deixe-se apaixonar
Venha e junte-se
Desnude seu pudor
Venha e entregue-se ao prazer

Deixe-se apaixonar
Seduza-me
Pela depravação
Deixe-se acariciar

Seduza-me
Seduza-me
Príncipe da doce dor

Composição: