Fácil
1,2,3 ¡Fácil!
La niña dice ahora, que todo duele,
que no controla y que está cansada de no entender.
Y se explica, pero no concreta.
Se enfada, me amenaza y saca la maleta,
porque solo quiere el mundo a sus pies.
A ver esto cómo te lo digo:
puedes jugar si tienes un motivo,
y si no lo miras ¿cómo lo ves?
Es todo: tú, tú,necesito,
quiero hacerlo todo solo por dinero;
así que tu dirás si quieres crecer.
Y siempre es complicado, de vez en cuando,
nos olvidamos de seguir sumando,
y jugar a no dejar de perder.
Fácil, solo hay una manera,
la que te quede cerca de la primavera,
aunque tengas que saltar sin tu red.
Desde la nube dejarse caer,
ser sólo lluvia que vuelve a llover.
Tu cara es como de contrato,
de hacerlo siempre con los mismos gatos.
Que no escuchaste nunca esta ley.
En si misma, sumar sola,
sigue el sonido de la caracola,
para nunca más dejar de creer.
Y todo es complicado,de vez en cuando,
nos olvidamos de seguir sumando,
y jugar a no dejar de perder.
Fácil, lo contaré deprisa,
para que lentamente llegue a tu sonrisa,
y no se pueda perder ni una vez.
Desde la nuba dejarse caer,
ser solo lluvia que vuelve a llover.
(x2)Fácil, solo hay una manera,
la que te quede
cerca de la primavera,
aunque tengas que saltar sin tu red.
Desde la nube dejarse caer,
ser como el agua que vuelve a llover.
Fácil, lo contaré deprisa,
para que lentamente llegue a tu sonrisa,
y no se pueda perder ni una vez.
Desde la nuba dejarse caer,
ser solo lluvia que vuelve a llover,
que vuelve a llover.
Desde la nube dejarse caer, ser como el agua que vuelve a llover.
Fácil, solo hay una manera,
la que te quede cerca de la primavera,
aunque tengas que saltar sin tu red.
Desde la nube dejarse caer,
ser como el agua que vuelve a llover.
It's easy!
Fácil
1,2,3 ¡Fácil!
A menina diz agora que tudo dói,
que não controla e que tá cansada de não entender.
E se explica, mas não se concretiza.
Fica brava, me ameaça e pega a mala,
porque só quer o mundo aos pés dela.
Como te digo isso agora:
você pode brincar se tiver um motivo,
e se não olhar, como vai ver?
É tudo: você, você, eu preciso,
quero fazer tudo só por dinheiro;
só que você vai dizer se quer crescer.
E sempre é complicado, de vez em quando,
nos esquecemos de continuar somando,
e brincar de não parar de perder.
Fácil, só tem um jeito,
aquele que fica perto da primavera,
mesmo que tenha que pular sem sua rede.
Da nuvem, se deixar cair,
ser só chuva que volta a chover.
Seu rosto é como de contrato,
de fazer sempre com os mesmos gatos.
Que você nunca ouviu essa lei.
Em si mesma, somar sozinha,
siga o som da concha,
para nunca mais deixar de acreditar.
E tudo é complicado, de vez em quando,
nos esquecemos de continuar somando,
e brincar de não parar de perder.
Fácil, vou contar rápido,
para que lentamente chegue ao seu sorriso,
e não se possa perder nem uma vez.
Da nuvem, se deixar cair,
ser só chuva que volta a chover.
(x2) Fácil, só tem um jeito,
aquele que fica
perto da primavera,
mesmo que tenha que pular sem sua rede.
Da nuvem, se deixar cair,
ser como a água que volta a chover.
Fácil, vou contar rápido,
para que lentamente chegue ao seu sorriso,
e não se possa perder nem uma vez.
Da nuvem, se deixar cair,
ser só chuva que volta a chover,
que volta a chover.
Da nuvem, se deixar cair, ser como a água que volta a chover.
Fácil, só tem um jeito,
aquele que fica perto da primavera,
mesmo que tenha que pular sem sua rede.
Da nuvem, se deixar cair,
ser como a água que volta a chover.
É fácil!
Composição: Jorge Ruiz Flores