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Você Deve Matar!

Malevolent Creation

Thou Shall Kill!

Killing spree unleashed, threshold of pain broken free.
Ignorance of life, to reach with insanity bred to strike.
Once sacrilege, to take the life of another.
Now common practice, to kill all others.
Sadistic ways, portrayal of death done.
Hands grasp at wounds, ongoing penetration.

Deception, plays the role in this game.
Domination, powertrip fools fall to blame.

Washing your hands in stale pools of blood.
Killing confrontation, unceasing battle wages on.
No self control, murder brings no guilt.
Priorities carried out, no one left to stand.

Revelation, more and more confirmed as time passes by.
Left to burn, carnage fills this endless void.
Rotted minds, the stinking filth of violence floods the air.
Homicidal thoughts flow freely through the head.

Your mind alone, to deal with sin, to now commit,
The need to kill.

Thou shall kill.
Values of God remembered no more.
Tablets, shattered, defaced, obsolete.
Thou shall kill.
Values of God thrown to the ground.
Tablets, shattered, defaced, no more.

Frozen terror locked on a face gone pale.
Taking deliverance, irrational fate.

Abandoned for, the path taken, easier route.
To kill a man, simple gesture, in a world gone mad.
Flowing red, taints all souls the coloor of death.
Innocence, a word only whispered under breath.

Thou shall kill.
Values of God remembered no more.
Tablets, shattered, defaced, obsolete.
Thou shall kill.
Values of God thrown to the ground.
Tablets, shattered, defaced, no more.

Your mind alone, to deal with sin, to now commit,
Aimlessly kill.
Voices are heard, whispered in pain, mentally sent,
Releasing its command.
Thou shall kill.

Você Deve Matar!

Fúria assassina liberada, limite da dor quebrado.
Ignorância da vida, alcançar com a insanidade criada para atacar.
Uma vez um sacrilégio, tirar a vida de outro.
Agora prática comum, matar todos os outros.
Modos sádicos, retrato da morte feito.
Mãos agarram feridas, penetração contínua.

Engano, desempenha o papel neste jogo.
Dominação, viagem de poder, tolos caem na culpa.

Lavando suas mãos em poças de sangue estagnado.
Confronto mortal, batalha incessante continua.
Sem autocontrole, assassinato não traz culpa.
Prioridades cumpridas, ninguém mais para ficar.

Revelação, mais e mais confirmada com o passar do tempo.
Deixados para queimar, carnificina preenche este vazio sem fim.
Mentes podres, a imundície fétida da violência invade o ar.
Pensamentos homicidas fluem livremente pela cabeça.

Sua mente sozinha, para lidar com o pecado, para agora cometer,
A necessidade de matar.

Você deve matar.
Valores de Deus lembrados nunca mais.
Tabletes, quebrados, profanados, obsoletos.
Você deve matar.
Valores de Deus jogados no chão.
Tabletes, quebrados, profanados, não mais.

Terror congelado preso em um rosto pálido.
Buscando libertação, destino irracional.

Abandonado por, o caminho tomado, rota mais fácil.
Matar um homem, gesto simples, em um mundo enlouquecido.
Vermelho fluindo, mancha todas as almas da cor da morte.
Inocência, uma palavra apenas sussurrada em voz baixa.

Você deve matar.
Valores de Deus lembrados nunca mais.
Tabletes, quebrados, profanados, obsoletos.
Você deve matar.
Valores de Deus jogados no chão.
Tabletes, quebrados, profanados, não mais.

Sua mente sozinha, para lidar com o pecado, para agora cometer,
Matar sem rumo.
Vozes são ouvidas, sussurradas na dor, enviadas mentalmente,
Liberando seu comando.
Você deve matar.

Composição: Brett Hoffmann / Phil Fasciana