395px

Obcecado

Mama Ladilla

Obcequeitor

Los lugares que no he visitado es mentira que existan.
Los semáforos en rojo son para la masa, no para mí.
La gente de la calle son extras de mi película.
Sólo dicen chorradas, los pobres no rigen ¿qué van a decir?
Y es que el mundo no es como es, el mundo es como yo digo que es.
El mundo no es como es, el mundo es como yo digo que es.
A la mierda todos los que no son yo.
Y yo no quiero saber nada de nada de nada de nadie. No, no, no.
Yo no quiero saber nada de nada de nada de nadie.
¡Enfermera, me he vuelto a cagar encima!

Los errores de la gente merecen pena de muerte.
Yo no cometo ninguno, si acaso algún desliz.
Tu sobaco ruge, el mío sólo transpira.
Tus pedos son armas químicas, los míos parfum pour homme.

Y es que el mundo no es como es, el mundo es como yo digo que es.
El mundo no es como es, el mundo es como yo digo que es.
A la mierda todos los que no son yo.
Y yo no quiero saber nada de nada de nada de nadie. No, no, no.
Yo no quiero saber nada de nada de nada de nadie.
¡Enfermera, me he vuelto a cagar encima!

Y todo aquel que no haya nacido en mi pueblo
está de sobra, así que ¡fuera! ¡largo de aquí!
Y no digamos de aquellos que piensen distinto:
el fin justifica los medios, siempre que sea mi fin.

Y es que el mundo no es como es, el mundo es como yo digo que es.
El mundo no es como es, el mundo es como yo digo que es.
A la horca todos los que no son yo.
Y yo no quiero saber nada de nada de nada de nadie. No, no, no.
Yo no quiero saber nada de nada de nada de nadie.
¡Enfermera, me he vuelto a jiñar encima!

Obcecado

Os lugares que não visitei é mentira que existam.
Os semáforos vermelhos são para a massa, não para mim.
A galera da rua são figurantes do meu filme.
Só falam besteira, os pobres não mandam, o que vão dizer?
E é que o mundo não é como é, o mundo é como eu digo que é.
O mundo não é como é, o mundo é como eu digo que é.
Que se dane todos que não sou eu.
E eu não quero saber nada de nada de nada de ninguém. Não, não, não.
Eu não quero saber nada de nada de nada de ninguém.
Enfermeira, eu me caguei de novo!

Os erros da galera merecem pena de morte.
Eu não cometo nenhum, se acaso algum deslize.
Seu sovaco ruge, o meu só transpira.
Seus peidos são armas químicas, os meus são perfume para homem.

E é que o mundo não é como é, o mundo é como eu digo que é.
O mundo não é como é, o mundo é como eu digo que é.
Que se dane todos que não sou eu.
E eu não quero saber nada de nada de nada de ninguém. Não, não, não.
Eu não quero saber nada de nada de nada de ninguém.
Enfermeira, eu me caguei de novo!

E todo aquele que não nasceu na minha cidade
está de sobra, então fora! Larga a mão!
E nem vamos falar daqueles que pensam diferente:
o fim justifica os meios, desde que seja meu fim.

E é que o mundo não é como é, o mundo é como eu digo que é.
O mundo não é como é, o mundo é como eu digo que é.
Pra forca todos que não sou eu.
E eu não quero saber nada de nada de nada de ninguém. Não, não, não.
Eu não quero saber nada de nada de nada de ninguém.
Enfermeira, eu me caguei de novo!

Composição: