Transilvania
Tus manos son crueles
Me quieres cazar
La montaña esta fría
Como tu alma
Tan oscura y tan triste es la verdad
El único calor es tu sangre en mis venas
Llévame llévame
A nunca jamás
Abrázame por siempre
No te puedes escapar
Llévame llévame
No mires atrás
Contigo iré tras tu sombra
A Transilvania
Puedo ser cubierto
En esa oscuridad
Atrapado en un sueño diurno
Veo tu tristeza
El miedo a ser invisible es pan de cada día
No me busques en el espejo porque ahí no me verás
Llévame llévame
A nunca jamás
Abrázame por siempre
No te puedes escapar
Llévame llévame
No mires atrás
Contigo iré tras tu sombra
A Transilvania
Llévame llévame
A nunca jamás
Abrázame por siempre
No te puedes escapar
Llévame llévame
No mires atrás
Contigo iré tras tu sombra
A Transilvania
Transilvânia
Suas mãos são cruéis
Você quer me caçar
A montanha está fria
Como a sua alma
Tão escura e tão triste é a verdade
O único calor é seu sangue nas minhas veias
Leva-me, leva-me
Para nunca mais
Me abraça pra sempre
Você não pode escapar
Leva-me, leva-me
Não olhe pra trás
Com você eu vou atrás da sua sombra
Pra Transilvânia
Posso ser coberto
Nessa escuridão
Atrapado em um sonho acordado
Vejo sua tristeza
O medo de ser invisível é pão nosso de cada dia
Não me procure no espelho porque lá você não vai me ver
Leva-me, leva-me
Para nunca mais
Me abraça pra sempre
Você não pode escapar
Leva-me, leva-me
Não olhe pra trás
Com você eu vou atrás da sua sombra
Pra Transilvânia
Leva-me, leva-me
Para nunca mais
Me abraça pra sempre
Você não pode escapar
Leva-me, leva-me
Não olhe pra trás
Com você eu vou atrás da sua sombra
Pra Transilvânia
Composição: Martín Martínez Hermida