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As Profundezas dos Poderes Sombrios

Manes

De Mørke Makters Dyp

Stemmer knuset livets lyst.
Smerte er sorgens smak.
Evig ondskap, stort behag.
Himmelen råtner, tåke av ondskap.
Stillhet knuser, sargen lystrer.
Traerne visner bort så svart.
Ondskap skriker høyt mot sky.
Fordervelse, hat alt på ny.
Ondskapens hender stryker.
Varlig vettskremt hud.
Ondskapens hender fangen.
I et skittent, klebrig garn.
Iskald vind gjennom skogen blåser.
Tåker kveler liv i jorden.
Mør-ket roperondl i natt.
For de som voldtar lysets skatt.
Blødet ofres for det sanne.
Kirker skal brennes, alt skal dø.
Det eneste som gjenstår.
Ondskap på ny.
De mørke makters dyp.

As Profundezas dos Poderes Sombrios

Vozes quebradas da vida.
Dor é o gosto da tristeza.
Eterna maldade, grande prazer.
O céu apodrece, névoa de maldade.
O silêncio quebra, a borda escuta.
As árvores murcham, tão escuras.
A maldade grita alto para o céu.
Degradação, ódio tudo de novo.
As mãos da maldade acariciam.
Pele assustada e cautelosa.
As mãos da maldade aprisionam.
Em uma rede suja e pegajosa.
Vento gelado sopra pela floresta.
Névoas sufocam a vida na terra.
A escuridão grita na noite.
Para aqueles que violentam o tesouro da luz.
O sangue é oferecido pelo verdadeiro.
Igrejas devem ser queimadas, tudo deve morrer.
A única coisa que resta.
Maldade de novo.
As profundezas dos poderes sombrios.

Composição: Cernunnus / Sin