Sempre
Non vivrò, non vivrò,
sulle labbra ti sentirò,
Sai di rame e di cotone,
e già mi manchi
dentro ai fianchi
Oh no no no no no no stasera bevo un pò
E quest'amore di lampone sai
ha più sete di me
che ricordo
di te che non ci sei
Anche se l'illusione è un'isola,
anche se tuo malgrado un sole muore
attraverso l'anima,
tu amami di più
io vivrò come sempre,
come sempre da sempre,
sempre con i tuo sempre vivrò,
dopo il tempo dei giorni,
delle offese e i ritorni,
sempre con i tuoi sempre vivrò
Non vivrò, non vivrò,
tra i pensieri e gli amori srò,
traslocando su di te,
sarò tempo sui tuoi campi
La dimensione che più mi appartiene
configure, configura già
con i tuoi sensi ancora qui da fare,
ancora qui, ancora qui da fare
Sempre
Não viverei, não viverei,
sobre os lábios te sentirei,
Saindo de cobre e algodão,
e já estou sentindo sua falta
dentro dos quadris.
Oh não não não não não não, essa noite vou beber um pouco
E esse amor de framboesa, você sabe
está mais sedento que eu
que me lembro
de você que não está aqui.
Mesmo que a ilusão seja uma ilha,
mesmo que contra a sua vontade um sol morra
através da alma,
você me ame mais.
Eu viverei como sempre,
como sempre desde sempre,
sempre com seu sempre viverei,
depois do tempo dos dias,
das ofensas e os retornos,
sempre com seus sempre viverei.
Não viverei, não viverei,
entre os pensamentos e os amores estarei,
me mudando para você,
serei tempo nos seus campos.
A dimensão que mais me pertence
configura, configura já
com seus sentidos ainda aqui para fazer,
mais uma vez aqui, mais uma vez para fazer.