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Se Você Apenas Me Olhasse

Fiorella Mannoia

Se Solo Mi Guardassi

Se solo mi guardassi
Quando ti vedo passare
Se solo lo volessi
Ti potrei raccontare
Ti donerei i miei occhi perché tu possa vedere
Nel buio antico del mio cuore
Nel buio antico del mio cuore

E a piedi nudi camminare sulla mia terra
Madre di tutti i figli ti mostrerei il suo corpo
Ferito dagli artigli di gente venuta da lontano
Ti prenderei, ti prenderei per mano
Io ti prenderei, ti prenderei per mano

Fermati, non andare troppo lontano
Guarda lì, tutti i miei sogni stretti in una mano

Dividerei il mio pane, ti mostrerei le danze
Ti bagnerei con l'acqua più preziosa del diamante
Nella casa dei padri, di guerrieri antichi
Di regni perduti e di re dimenticati
Di misteri e segreti tramandati
Di mano in mano dalla notte dei tempi
E della voce dei tamburi
Ad evocare i santi
E di regine di vento
Di vento di tempesta
Di quel che era e di quello che oggi resta
Di quel che era e di quello che oggi resta

Fermati, non andare troppo lontano
Guarda lì, tutti i miei sogni stretti in una mano

Se solo mi vedessi quando ti guardo passare
Se solo lo volessi io, ti potrei parlare
Dell'ultimo tramonto, degli occhi di un bambino
E di conchiglie padrone del destino
Ti porterei con me
Per mostrarti tutto questo cammino

Fermati, non andare troppo lontano
Guarda lì, tutti i miei sogni stretti in una mano

Se Você Apenas Me Olhasse

Se você apenas me olhasse
Quando te vejo passar
Se só quisesse
Eu poderia te contar
Te daria meus olhos pra você poder ver
Na escuridão antiga do meu coração
Na escuridão antiga do meu coração

E a pé descalço caminhar na minha terra
Mãe de todos os filhos, te mostraria seu corpo
Ferido pelas garras de gente que veio de longe
Te pegaria, te pegaria pela mão
Eu te pegaria, te pegaria pela mão

Para, não vá muito longe
Olha ali, todos os meus sonhos apertados em uma mão

Dividiria meu pão, te mostraria as danças
Te molharia com a água mais preciosa que diamante
Na casa dos ancestrais, de guerreiros antigos
De reinos perdidos e de reis esquecidos
De mistérios e segredos passados
De mão em mão desde a noite dos tempos
E da voz dos tambores
A evocar os santos
E de rainhas do vento
De vento de tempestade
Do que era e do que hoje resta
Do que era e do que hoje resta

Para, não vá muito longe
Olha ali, todos os meus sonhos apertados em uma mão

Se só me visse quando te olho passar
Se só quisesse, eu poderia te falar
Do último pôr do sol, dos olhos de uma criança
E de conchas que são donas do destino
Te levaria comigo
Pra te mostrar todo esse caminho

Para, não vá muito longe
Olha ali, todos os meus sonhos apertados em uma mão