Enigma (Arrogance)
Psychos, freaks, beggars and thieves
The circus comes to town
Ugly, sick and unclean - pretending
That it is your own
Silently withering from disease
With arrogance
I watch you struggle on your knees
So, go back to the cardboard city
To the gutter and to your self-pity
Your destroyed life and malfunctioning mind
I won't enrich a contaminated swine
I am never going to pity
You, begging in the streets
Living life in dream, mirage, disorder
To fulfil your needs
Desperately holding on to a vanity
A distorted sanity
Hope has always been a drug for the lost
But the shattered remnants of life kill your enigmatic search
As you wake up, the harsh truth contaminates you
And destroys your vision of a better World
So, go back to the cardboard city
To the gutter and to your self-pity
Your destroyed life and malfunctioning mind
I won't enrich a contaminated swine
I am still to solve the riddle
That shows itself all around
Disclosure of the fragile human nature
Failure's to be found
Stern and proud you bear your cross
Condemned to
Forever feeling lost
So, go back to the cardboard city
To the gutter and to your self-pity
Your destroyed life and malfunctioning mind
I won't enrich a contaminated swine
Enigma (Arrogância)
Psicopatas, malucos, mendigos e ladrões
O circo chega à cidade
Feios, doentes e imundos - fingindo
Que é tudo seu
Murchando em silêncio pela doença
Com arrogância
Eu te vejo se esforçando de joelhos
Então, volte para a cidade de papelão
Para a sarjeta e para a sua autopiedade
Sua vida destruída e mente falha
Não vou enriquecer um porco contaminado
Eu nunca vou ter pena
De você, mendigando nas ruas
Vivendo a vida em sonho, miragem, desordem
Para satisfazer suas necessidades
Desesperadamente se agarrando a uma vaidade
Uma sanidade distorcida
A esperança sempre foi uma droga para os perdidos
Mas os restos despedaçados da vida matam sua busca enigmática
Quando você acorda, a dura verdade te contamina
E destrói sua visão de um mundo melhor
Então, volte para a cidade de papelão
Para a sarjeta e para a sua autopiedade
Sua vida destruída e mente falha
Não vou enriquecer um porco contaminado
Ainda estou para resolver o enigma
Que se mostra ao redor
Revelação da frágil natureza humana
O fracasso está por vir
Sério e orgulhoso você carrega sua cruz
Condenado a
Sentir-se perdido para sempre
Então, volte para a cidade de papelão
Para a sarjeta e para a sua autopiedade
Sua vida destruída e mente falha
Não vou enriquecer um porco contaminado